Validação de identidade gera vantagens competitivas aos bancos, diz Unico

Segurança e validação de identidade se tornaram mais estratégicas para instituições financeiras enquanto se as vantagens competitivas envolvendo esses temas fica mais clara, avalia o head da Unico no Brasil, Guilherme Ribenboim em painel da Febraban Tech.

Segundo o executivo, a redução dos custos associados a fraudes já gera “efeito econômico positivo para o cliente final”, ao reduzir os repasses gerados pelas despesas ao consumidor final.

Em 2024, a Unico, empresa de tecnologia para validação de identidade, diz ter prevenido perdas de R$ 3 bilhões em fraudes com sua tecnologia. Ela é utilizada por nove de dez dos maiores bancos brasileiros.

Uma pesquisa feita pela companhia em parceria com o MIT Technology Review Brasil mostra que 90% das empresas integram identidade digital à experiencia do produto. “Fechamos 2024 com cerca de 600 milhões de consultas de validação de identidade na Unico. Estamos projetando fechar esse ano com 3x esse numero”, diz Ribenboim.

Sua avaliação é a de que a autenticação de biometria está se tornando um ativo fundamental para geração de confiança. “Bancos, varejistas, fintechs e casas de apostas estão cada vez mais usando a validação para autorizar abertura de conta, procedimento transacional para o cliente”, diz.

Apesar de se tornar mais relevante, a autenticação gera um efeito adverso aos bancos: segundo a pesquisa, 88% deles buscam uma alternativa de autenticação sem atritos.

Uma alternativa já conhecida no mercado é a chamada autenticação adaptativa, tecnologia que usa informações contextuais do usuário para liberar o uso de serviços, como localização e até comportamentos relacionados a velocidade de clique ou forma de segurar o celular. Dados da pesquisa apontam que 67% das empresas já usam autenticação adaptativa.

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