A Bolsa fechou o pregão de sexta com queda de 1,09%, aos 137.026,62 pontos, pressionado por fatores internos e externos. No cenário internacional, declarações do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, acusando a China de violar acordos comerciais, reacenderam tensões geopolíticas e impactaram negativamente os mercados. Internamente, apesar do crescimento de 1,4% do PIB brasileiro no primeiro trimestre, a continuidade das discussões sobre o aumento do IOF gerou preocupações fiscais. Setores como mineração e petróleo foram os mais afetados, com quedas significativas nas ações da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4).
Para os traders que operam o mini-índice (Ibovespa futuro), o ambiente atual requer atenção. A volatilidade observada no mercado, influenciada por fatores internos, como mudanças fiscais e tributárias, e externos, como as políticas econômicas dos EUA, pode gerar oportunidades, mas também riscos. Monitorar de perto os desdobramentos dessas questões e os indicadores econômicos será fundamental para embasar as estratégias de negociação no pregão seguinte.
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Os contratos do mini-índice (WINM25, vencimento em junho) fecharam a última sessão com forte queda de 1,14%, cotados a 138.020 pontos, acumulando a terceira baixa consecutiva.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, a configuração técnica segue fragilizada. O mini-índice terminou a sessão da última sexta-feira abaixo das médias de 9 e 21 períodos, sustentando o fluxo vendedor.
Caso a pressão se mantenha, o primeiro nível crítico de suporte está em 137.675/137.390 (1). A perda dessa faixa pode abrir caminho para um movimento mais acelerado de baixa, mirando os próximos suportes em 136.985/136.170 (2) e, na sequência, 135.870/135.475 (3).
Por outro lado, se houver reação compradora, o mercado precisará romper a resistência em 138.100/138.485 (1) para neutralizar parte da pressão. Vencida essa barreira, o próximo alvo estará na faixa de 138.840/139.200 (2), e, na extensão, na resistência mais ampla de 139.470/139.575 (3).
O gráfico diário trouxe uma sinalização importante na última sessão: o rompimento das médias de 9 e 21 períodos, que até então sustentavam a tendência de alta. Com isso, o índice passa a mirar como suporte principal a região da média de 200 períodos, localizada nos 136.000 pontos.
Para retomar o movimento de alta no diário, o mercado precisa superar a faixa de 138.875/140.045, o que abriria espaço para um avanço em direção aos 141.080/141.625 pontos.Por outro lado, a perda do suporte em 137.535 poderá acelerar a correção, mirando diretamente a média de 200 como alvo natural. O IFR (14) no diário está em 50,08, em terreno neutro.

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WINM25: Gráfico de 60 minutos
O gráfico de 60 minutos reforça o quadro de pressão. O mini-índice fechou a terceira sessão consecutiva em queda, operando abaixo das médias de 9, 21 e 200 períodos, o que amplia o viés negativo no curto prazo.
Se a pressão vendedora persistir, o primeiro suporte crítico está em 137.535/137.390 (1). A perda dessa região abre espaço para buscar os próximos suportes em 136.290/135.175 (2) e, mais abaixo, em 134.675/134.110 (3).
Por outro lado, para que haja retomada do movimento altista, será necessária uma reação forte dos compradores, rompendo a resistência em 138.575/139.015 (1). Superada essa faixa, o mercado passa a mirar os próximos alvos nas resistências de 140.110/140.600 (2) e 141.035/141.625 (3).

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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