Israel anunciou nesta terça-feira (10, data local) que os ativistas que estavam a bordo de uma embarcação com ajuda humanitária para Gaza, que foi interceptada, chegaram ao aeroporto para serem deportados.
“Os passageiros do ‘iate das selfies’ chegaram ao aeroporto Ben Gurion para saírem de Israel e retornarem a seus países”, indicou o Ministério das Relações Exteriores israelense nas redes sociais.
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“Quem se negar a assinar os documentos de deportação e sair de Israel será levado à autoridade judicial”, acrescentou.
O veleiro “Madleen” foi interceptado na segunda-feira quando tentava chegar à Faixa de Gaza com ajuda humanitária e 12 ativistas pró-palestinos a bordo, entre eles a sueca Greta Thunberg e o brasileiro Thiago Ávila.
A embarcação da Coalizão Flotilha da Liberdade (FFC, na sigla em inglês), foi escoltada por dois navios da Marinha israelense ao porto de Ashdod.
No veleiro viajavam 12 ativistas de França, Alemanha, Brasil, Turquia, Suécia, Espanha e Países Baixos com o objetivo de “romper o bloqueio israelense” ao território palestino, mergulhado em uma situação humanitária catastrófica após mais de um ano e meio de guerra.
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