Ibovespa hoje
- Ibovespa sobe aos 136,8 mil pontos, dólar comercial sobe a R$ 5,58 e juros futuros recuam.
- Payroll: EUA criam 139 mil vagas de trabalho em maio, acima do esperado.
- Atividade forte e fiscal ameaçam à frente inflação hoje comportada, diz economista XP.
- Casas Bahia (BHIA3) dispara 25% com anúncio de reestruturação da dívida.
Confira as últimas dos mercados
Fora de leilão, ações de Azza (AZZA3) caem 0,87%, a R$ 43,20
Gastos do governo da Alemanha podem levar anos para impulsionar o crescimento, diz BC
O crescimento econômico da Alemanha será mais fraco este ano do que as expectativas já moderadas e o aumento dos gastos do governo não elevará significativamente o crescimento até o final de 2027, informou o banco central do país nesta sexta-feira. Outrora a potência econômica da Europa, a Alemanha vem sofrendo contração ou estagnação pelo terceiro ano consecutivo e sua recuperação continua sendo empurrada para o futuro, à medida que luta para superar desafios estruturais. Os planos de seu novo governo de aumentar drasticamente os gastos com infraestrutura e defesa devem sustentar o crescimento no longo prazo, mas a economia terá dificuldades por enquanto, afetada pela guerra comercial global do governo dos Estados Unidos. “As novas tarifas dos EUA e a incerteza sobre a política futura dos EUA estão prejudicando o crescimento econômico por enquanto”, disse o presidente do Bundesbank, Joachim Nagel. “Isso atingiu a indústria alemã em um momento em que ela havia começado a se estabilizar após um longo período de fraqueza.
Ações de Petrobras renovam máximas; PETR3 sobe 1,22% e PETR4 avança 1,16%
Ibovespa renova máxima, com +0,48%, aos 136.884,89 pontos
VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira desce 1,05%, aos 15,97 pontos
Nova máxima: Ibovespa sobe 0,45%, aos 136.851,22 pontos
Payroll de maio: economista não descarta Fed manter os juros inalterados até o fim do ano
Claudia Rodrigues, economista do C6 Bank, diz que os números do payroll de maio reforçam a visão de que a economia americana está desacelerando, mas sem uma recessão em vista. “Vale ressaltar, no entanto, que o aumento de tarifas de importação imposto pelo governo de Donald Trump pode afetar o crescimento da atividade econômica no futuro e possivelmente impactar os preços e o mercado de trabalho”, entende. “Apesar dessa perspectiva de desaceleração da economia, enxergamos um risco de inflação mais alta à frente. Esse cenário diminui o espaço para cortes de juros pelo Fed, que deve esperar sinais mais claros para definir os rumos da política monetária. Diferentemente do consenso do mercado, não descartamos a possibilidade de os juros permanecerem onde estão até o fim de 2025”.
Principais índices em Nova York abrem dia com ganhos
Investidores em Wall Street se animaram com o relatório sobre o mercado de trabalho dos EUA em maio vir mais forte do que se projetava, diminuindo as preocupações dos empregos estarem apontando para uma recessão. Porém, “o relatório de empregos de hoje não será visto como um chamado para que o Fed corte as taxas de juros”, disse à CNBC Eric Merlis, diretor-gerente e codiretor de mercados globais da Citizens. “A taxa de desemprego permaneceu inalterada e, embora outros indicadores indiquem um cenário de mercado de trabalho mais fraco, a demanda por trabalhadores permanece estável, à medida que as empresas se adaptam às mudanças de política monetária”.
- Dow Jones: +0,85%
- S&P 500: +0,94%
- Nasdaq: +1,17%
Ações de Petrobras ampliam ganhos; PETR3 sobe 0,64% e PETR4 avança 0,60%
Payroll de maio: mesmo durante o auge da incerteza comercial, mercado de trabalho segue relativamente sólido, diz estrategista
Seema Shah, estrategista-chefe global da Principal Asset Management, disse que, “mesmo durante o auge da incerteza comercial, o mercado de trabalho (nos EUA) segue relativamente sólido. A criação de emprego segue em território robusto e, embora existam sinais de enfraquecimento e com chance de que os próximos dados de emprego revelem sinais mais evidentes de desaceleração até o final do verão, não é um mercado de trabalho prestes a desmoronar”. Shah diz que com pequenas e grandes empresas indicando que pretendem manter sua força de trabalho, apesar do cenário mais desafiador, somado a um aperto severo na imigração, a taxa de desemprego não deve subir de forma significativa neste ano. “O mercado está claramente volátil em relação aos riscos econômicos – mas, até agora, os dados têm se mantido firmes, e o movimento de alta contínua nos mercados de ações continua sendo o ‘pain trade‘. Para o Fed, não há pressa em cortar as taxas de juros. E esperar até que a incerteza na questão das tarifas se dissipe reduzirá o risco de um erro de política monetária, especialmente enquanto os dados de rendimento médio continuarem acima das estimativas”. Sua projeção é que o primeiro corte de juros ocorra no final de 2025.
Reunião entre EUA e China sobre comércio deve ocorrer dentro de sete dias, diz assessor da Casa Branca
A reunião planejada entre autoridades norte-americanas e chinesas sobre comércio deve ocorrer dentro de sete dias, disse o assessor comercial da Casa Branca, Peter Navarro, nesta sexta-feira, um dia após o telefonema entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da China, Xi Jinping.
UE impõe à Ucrânia tarifas agrícolas anteriores à guerra
A União Europeia reimpôs taxas e cotas sobre produtos agrícolas ucranianos a partir desta sexta-feira e espera fechar um acordo sobre novas cotas que serão menores do que as importações durante os últimos três anos após a invasão da Rússia, disse o comissário de agricultura da UE à Reuters. A UE renunciou temporariamente à cobrança de taxas e cotas sobre produtos agrícolas em junho de 2022 após a invasão em grande escala da Rússia para ajudar a Ucrânia a compensar os custos mais altos de suas exportações, depois que a Rússia ameaçou suas tradicionais rotas marítimas do Mar Negro. Essas suspensões tarifárias expiraram na quinta-feira. A UE e a Ucrânia voltaram ao regime de cotas comerciais anterior à guerra na sexta-feira, enquanto os dois lados negociam um novo acordo de longo prazo. Bruxelas está tentando encontrar um equilíbrio entre apoiar a Ucrânia em sua guerra com a Rússia e atender às preocupações dos agricultores europeus sobre as importações ucranianas mais baratas.
Casas Bahia (BHIA3) dispara 25% com anúncio de reestruturação da dívida
Varejista surpreendeu ao anunciar a antecipação da conversão da 2ª série de debêntures em ações ordinárias, antes do prazo inicialmente previsto para outubro.
Azza (AZZA3) operam em leilão, com -2,25%, a R$ 42,60
FMI diz que a América Latina deve manter planos fiscais em meio à incertezas
Os países da América Latina devem manter políticas fiscais prudentes para fortalecer suas economias em meio a uma rápida escalada das tensões comerciais e das incertezas, disse Nigel Clarke, vice-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, à Reuters nesta sexta-feira. “Agora não é hora de mudar a estrutura ou abandonar os planos fiscais”, disse Clarke em uma resposta por escrito antes de visita ao Paraguai nesta sexta-feira, onde ele lançará um programa de treinamento regional para “fortalecer a capacidade analítica e institucional em toda a região”, de acordo com Clarke. A América Latina resistiu ao impacto da pandemia da Covid-19 melhor do que o esperado, reconheceu ele, retirando as políticas de apoio emergencial introduzidas durante a crise sanitária em tempo hábil. No entanto, desde então, países incluindo Brasil, Chile, Colômbia, México, Paraguai, Peru e Uruguai voltaram a ter níveis de endividamento semelhantes aos observados no auge da pandemia em 2020. Isso significa que suas economias estão expostas a mais riscos decorrentes da volatilidade do mercado, especialmente nos Estados Unidos, em um momento em que é mais difícil projetar o crescimento global. (Reuters)
Ibovespa sobe na abertura com dados de emprego dos EUA no radar
O Ibovespa opera em alta nas primeiras negociações desta sexta-feira (6), aos 136,7 mil pontos, com investidores repercutindo o relatório de emprego (payroll) dos Estados Unidos para maio, com número de vagas acima do esperado. Sobem as ações de Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e as frigoríficas, enquanto os grandes bancos operam mistos. O dólar comercial avança a R$ 5,59 e os juros futuros (DIs) avançam por toda a curva. Na cena local, investidores aguardam para a próxima semana medidas fiscais alternativas ao decreto que aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em várias operações. O secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, participa do Fórum Esfera às 16h30, em meio à expectativa do mercado sobre o anúncio de alternativas ao decreto do governo que elevou as alíquotas do IOF. Duas fontes disseram à Reuters que o governo federal deve encampar um projeto de lei complementar que prevê um corte de 10% em benefícios tributários como principal medida para substituir o aumento do IOF. Enquanto isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue na França, com destaque para participação em fórum empresarial, além de outros compromissos. Já o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participa em São Paulo do Congresso Brasileiro de Direito Tributário do Idepe. O Dow Jones Futuro opera em alta de 0,73%, enquanto o S&P 500 avança 0,80% e o Nasdaq Futuro sobe 0,82%. (Felipe Alves)
Siderúrgicas viram para altas: CSNA3, +0,24%; GGBR4, +0,60%; GOAU4, +1,20%; USIM5, +0,58%
Varejistas nesta abertura: AMER3, +2,41%; AZZA3, -0,60%; BAHI3, +12,94%, que volta a leilão; CEAB3, -0,63%; LREN3, -0,98%; MGLU3, +2,09%; PETZ3, +0,24%
Eletrobras vira para altas de 0,19% (ELET3) e 0,20% (ELET6)
Hapvida (HAPV3) abre dia com menos 2,00%, a R$ 39,69
Embraer (EMBR3) vira para queda, com menos 0,51%, a R$ 66,36
Ibovespa sai dos leilões com alta de 0,24%, aos 136.560,48 pontos
Grandes bancos abrem a sexta-feira oscilando: BBAS3, +0,04%; BBDC4, -0,13%; ITUB4, +0,19%; SANB11, -0,14%
Aéreas sobem: AZUL4, +2,08%, e GOLL4, +2,36%
Eletrobras mista e sem força nesta manhã: -0,07% (ELET3) e +0,11% (ELET6)
B3 (B3SA3) abre dia com baixa de 0,07%, a R$ 13,57
Siderúrgicas oscilam nesta manhã: CSNA3, -0,24%; GGBR4, -0,12%; GOAU4, estável; USIM5, +0,39%
Supermercadistas começam sessão de forma mista: ASAI3, -0,35%; GMAT3, +0,76%; PCAR3, +0,33%
Frigoríficos iniciam pregão com ganhos: BEEF3, +1,22%; BRFS3, +1,37%; JBSS3, +2,30%; MRFG3, +1,21%
Petro juniores abrem em alta: PRIO3, +0,51%; RECV3, +1,11%; BRAV3, +0,31%
Petrobras inicia dia com altas de 0,22% (PETR3) e 0,20% (PETR4)
Vale (VALE3) abre dia com alta de 0,38%, a R$ 53,11
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,5818 e venda a R$ 5,5824
Embraer (EMBR3) começa sessão com leve alta de 0,04%, a R$ 66,73
Ibovespa abre, preliminarmente, com alta de 0,01%, aos 136.248,34 pontos
Índice da Cielo mostra crescimento real de 1% nas vendas no varejo em maio
As vendas no varejo brasileiro cresceram 1% em maio ante o mesmo período do ano passado, descontada a inflação, no segundo mês seguido de alta, conforme o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), calculado pela empresa de meios da pagamentos controlada por Banco do Brasil (BBAS3) e Bradesco (BBDC4). Em termos nominais, houve incremento de 7%, mostrou o ICVA, que acompanha mensalmente a evolução das vendas de varejistas credenciados a Cielo distribuídos em 18 setores. Nessa métrica, houve acréscimo de 4% no comércio eletrônico e de 8% nas vendas presenciais. Os três macrossetores do varejo registraram crescimento. Serviços, com alta de 2,8%, ajudado por turismo e transporte, enquanto Bens duráveis e Semiduráveis avançou 0,8% puxado por móveis, eletro e depto, e Bens Não Duráveis, teve aumento de 0,4%, com maior contribuição de drogarias e farmácias.
Preços dos combustíveis no Brasil estão dentro da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 4 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 32 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): 0%, ou -R$ 0,01 (ontem: 0% ou R$ 0,00)
- Gasolina A (média nacional): +2%, ou +R$ 0,05 (ontem: +1% ou +R$ 0,04)
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com alta de 0,01%, aos 2.225,16 pontos
Poupança no Brasil registra depósitos em maio após quatro meses de saques
A caderneta de poupança no Brasil registrou depósitos líquidos em maio depois de quatro meses seguidos de saques, no valor total de 336,868 milhões de reais, informou o Banco Central nesta sexta-feira. No acumulado do ano a poupança registra retirada líquida de R$51,773 bilhões. Em maio, houve um saldo negativo de R$128,647 milhões no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que registrou saques em todos os meses do ano. Já a poupança rural teve entrada líquida de R$465,515 milhões, após quatro meses de saques. A rentabilidade atual da caderneta de poupança é dada pela taxa referencial (TR) mais uma remuneração fixa de 0,5% ao mês. Esta fórmula vale enquanto a taxa Selic estiver acima de 8,5% ao ano — a taxa básica de juros está atualmente em 14,75% ao ano.
Ibovespa futuro vira para queda de 0,01%, aos 136.925 pontos
Wall Street acende alerta para a Tesla: “Sempre foi Musk, e ele virou o problema”
As ações da Tesla se recuperam no pré-mercado, mas despencaram 14% na quinta-feira após a briga pública entre Trump e Musk.
DXY: índice dólar sobe 0,33%, aos 99,07 pontos, após payroll de maio
O índice pouco se mexeu. Antes, subia 0,32%, aos 99,06 pontos.
Ibovespa futuro reduz ganhos para +0,02%, aos 136.935 pontos
Futuros dos principais índices em Nova York ampliam ganhos após payroll de maio
- Dow Jones Futuro: +0,59% (antes payroll: +0,39%)
- S&P 500 Futuro: +0,67% (antes payroll: +0,44%)
- Nasdaq Futuro: +0,72% (antes payroll: +0,42%)
Atividade forte e fiscal ameaçam à frente inflação hoje comportada, diz economista XP
Luiza Pinese comentou sobre a mudança de projeções da casa do PIB e da inflação.
VIX: índice de volatilidade nos EUA, conhecido como “índice do medo”, recua 6,44%, aos 17,29 pontos, após payroll de maio
Antes do relatório ser divulgado, a queda era bem menor: menos 2,65%, aos 17,99 pontos.
Treasuries nos EUA ampliam altas por toda a curva após payroll de maio
Confira os vencimentos mais observados:
- Título de 2 anos: +0,058 pp, a 3,982% (antes payroll: +0,017 pp, a 3,941%)
- Título de 10 anos: +0,061 pp, a 4,456% (antes payroll: +0,009 pp, a 4,404%)
Canadá: taxa de desemprego em maio sobe para 7,0%, como esperado, acima dos 6,9% de abril
Canadá: taxa de participação em maio se mantém em 65,3%, mesmo valor de abril
ADRs da Vale avançam 0,42%, a US$ 9,54, no pré-mercado
Canadá: variação de vagas de emprego em maio mostra mais 8,8 mil, acima da previsão de queda de 11,9 mil e dos 7,4 mil de abril
EUA: taxa de participação em maio desce a 62,4%, dos 62,6% de abril
Ações da Tesla se recuperam após sinais de alívio em tensões entre Musk e Trump
As ações da Tesla recuperaram-se de fortes quedas nesta sexta-feira, com os enfrentamentos entre o presidente-executivo, Elon Musk, e o presidente dos EUA, Donald Trump, parecendo esfriar após notícias de que assessores da Casa Branca estavam agendando uma conversa para ajudar a intermediar um entendimento entre ambos. As ações da montadora de carros elétricos subiram 5% durante a pré-abertura do mercado depois que Musk sinalizou no X que estava aberto a aliviar as tensões com Trump, concordando com os comentários do gerente de fundos de hedge Bill Ackman, que pedia uma distensão. A disputa entre o homem mais poderoso e o mais rico do mundo reduziu mais de US$150 bilhões do valor de mercado da Tesla na quinta-feira, a maior queda da empresa em uma única sessão. Os vendedores a descoberto, investidores que apostam que as ações vão cair, embolsaram quase US$4 bilhões com a queda, o segundo maior lucro em um único dia já registrado, de acordo com dados da Ortex. (Reuters)
EUA: taxa de desemprego U6 em maio se mantém nos mesmos 7,8% de abril
A taxa de desemprego U6 é considerada a “taxa de desemprego real”.
EUA: taxa de desemprego em maio se mantém em 4,2%, mesmo valor de abril, como esperado
EUA: salário médio por hora trabalhada em maio sobe 3,9% na comparação com maio de 2024, acima da expectativa de mais 3,7%
Em abril, na relação com abril de 2024, houve alta de 3,9% (revisada de 3,8%).
Ibovespa futuro avança 0,24%, aos 137.240 pontos
EUA: salário médio por hora trabalhada em maio sobe 0,4% na comparação com abril, acima da expectativa de mais 0,3%
Em abril, na relação com março, houve alta de 0,2%.
EUA: payroll de empregos privados em maio fica em 140 mil, acima da expectativa de 110 mil
Em abril, o indicador ficou em 146 mil (revisado de 167 mil).
EUA: payroll não-agrícola de maio fica em 139 mil, acima da expectativa de 126 mil
Em abril, ficou em 147 mil (revisado de 177 mil). O payroll é o mais importante relatório sobre o mercado de trabalho nos EUA, o preferido do Federal Reserve para fins de política monetária.
Futuros dos principais índices em Nova York avançam antes do payroll de maio ser divulgado
- Dow Jones Futuro: +0,39%
- S&P 500 Futuro: +0,44%
- Nasdaq Futuro: +0,42%
DXY: índice dólar sobe 0,32%, aos 99,06 pontos, antes do payroll de maio ser divulgado
O relatório de empregos sai em instantes, às 9h30, Horário de Brasiília.
VIX: índice de volatilidade nos EUA, conhecido como “índice do medo”, recua 2,65%, aos 17,99 pontos, antes do payroll de maio
Treasuries nos EUA sobem por toda a curva antes do payroll de maio
O payroll é o relatório sobre o mercado de trabalho nos EUA preferido do Federal Reserve para fins de política monetária. Confira os vencimentos mais observados:
- Título de 2 anos: +0,017 pp, a 3,941%
- Título de 10 anos: +0,009 pp, a 4,404%
Dólar comercial vira para alta de 0,01%, a R$ 5,586
ABPA confirma queda na exportação de carne de frango após gripe aviária, mas vê impacto menor
As exportações brasileiras de carne de frango, incluindo produtos in natura e processados, caíram 12,9% em maio em relação ao mesmo período do ano passado, por conta dos embargos decorrentes de um foco de gripe aviária em granja comercial, mas o impacto foi menor na comparação com o visto em outros países afetados pelo problema sanitário. A avaliação é da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que divulgou números detalhados dos embarques de todos os produtos nesta sexta-feira. As exportações no mês passado somaram 393,4 mil toneladas, versus 451,6 mil toneladas no mesmo período de 2024. Na véspera, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) já havia indicado a redução ao divulgar os dados das vendas externas do produto in natura. “Mesmo com as suspensões aplicadas pelos cerca de 20 mercados, incluindo alguns dos principais destinos das exportações de carne de frango, os embarques se mantiveram próximos das 400 mil toneladas”, afirmou o presidente da ABPA, Ricardo Santin, em nota.
Centeno, do BCE, alerta para impacto deflacionário das tarifas dos EUA na zona do euro
As tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos terão um impacto deflacionário nas economias europeias e a taxa de inflação na zona do euro deverá se aproximar de 1% no início de 2026, disse o membro do Banco Central Europeu (BCE) Mario Centeno nesta sexta-feira. “É provável que o ciclo de redução dos juros continue em 2025, mas não sabemos em que ritmo e isso será decidido em cada reunião”, disse ele. Centeno acrescentou que a economia da zona do euro continua frágil e já está sentindo “o impacto deflacionário” da política tarifária do governo Trump. “A taxa de inflação (na zona do euro) está atualmente abaixo de 2% e essa tendência de queda se agravará até o início do próximo ano, quando se aproximará do nível perigoso de 1%, ou ligeiramente acima disso”, disse ele em uma coletiva de imprensa. “Esse é um cenário que deve nos alertar”, disse ele.
Minidólar com vencimento em julho (WDON25) vira para baixa de 0,06%, cotado a 5.610,00
DIs: juros futuros começam dia com baixas curtas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,900 | -0,010 |
| DI1F27 | 14,355 | -0,010 |
| DI1F28 | 13,830 | -0,010 |
| DI1F29 | 13,785 | -0,005 |
| DI1F31 | 13,920 | -0,010 |
| DI1F32 | 13,960 | -0,010 |
| DI1F33 | 13,960 | -0,010 |
| DI1F34 | 13,940 | -0,010 |
| DI1F35 | 13,940 | -0,010 |
Dólar comercial abre em alta de 0,11%, cotado a R$ 5,592 na compra e a R$ 5,593 na venda
Bitcoin Futuro (BITFUT) inicia sessão com avanço de 3,32%, aos 587.180,00
Minidólar com vencimento em julho (WDON25) começa o dia com alta de 0,20%, cotado a 5.624,50
Dólar futuro abre em alta de 0,26%, cotado aos 5.627,00 pontos
Mini-índice com vencimento em junho (WINM25) abre com alta de 0,15%, aos 137.145 pontos
Ibovespa futuro abre em alta de 0,24%, cotado aos 137.245 pontos
IMOB: Setor imobiliário sobe 42% em 2025 na Bolsa e analista da XP projeta mais altas
Com impulso do Minha Casa, Minha Vida e forte volume na Bolsa, ações do setor imobiliário disparam em 2025.
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho
STF volta a analisar novo recurso sobre ‘revisão da vida toda’ do INSS
Em julgamento de 2022, os ministros liberaram a revisão, que foi derrubada em 2024 pela própria Corte.
Mubadala faz pedido de oferta pública de ações da Zamp
A operadora de redes de fast food Zamp anunciou na noite de quinta-feira que sua controladora, Mubadala Capital, fez um pedido de oferta pública de aquisição de ações da companhia, com um preço proposto de R$3,50 por papel. A ação da Zamp encerrou na quinta-feira cotada a R$3,41. A empresa já havia informado no final de maio que a Mubadala avaliava uma OPA pelas ações da companhia e fechar seu capital. Na ocasião, o preço justo indicado para a operação era de entre R$3,30 e R$3,50 por ação. Segundo comunicado da Mubadala à Zamp, publicado pela empresa junto com o fato relevante, laudo de avaliação calculou o preço justo em R$2,93 por ação e com isso, o prêmio da oferta sobre esse valor é de 19,5%. A Mubadala afirmou que a OPA será efetivada se mais de dois terços das ações em circulação da Zamp apoiarem a oferta.
Magazine Luiza (MGLU3) valoriza 59% em 2025: ação tem tendência de alta; veja análise
Ativo acumula alta de 59,43% em 2025 e tenta romper resistência em R$ 11,50.
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros para 18 de junho está em 97%
| 18/06 | 30/07 | |
| 4,50%-4,25% | 97,5% | 67,3% |
| 4,25%-4,00% | 2,5% | 32% |
| 4,00%-3,75% | – | 0,8% |
Novos cortes na taxa de juros do BCE dependem de maior enfraquecimento da economia, diz Stournaras
Se a economia da zona do euro continuar enfraquecendo, o Banco Central Europeu poderá reduzir novamente a taxa de juros, disse o membro do BCE Yannis Stournaras à Bloomberg TV em uma entrevista nesta sexta-feira, acrescentando que “isso não é esperado”. O BCE cortou os juros pela sétima vez consecutiva na quinta-feira para sustentar a economia da zona do euro, que já estava enfrentando dificuldades mesmo antes de as políticas econômicas e comerciais erráticas dos Estados Unidos terem gerado novos obstáculos. “Se a economia enfraquecer ainda mais, se a inflação cair a médio prazo de forma sustentável abaixo de 2%, poderemos cortar (os juros), mas isso não é esperado”, disse Stournaras. A maioria das autoridades do BCE defende a manutenção da taxa de juros, atualmente em 2%, em sua próxima reunião em julho, ou possivelmente por mais tempo, dependendo em parte das perspectivas para o comércio com os EUA, disseram fontes à Reuters. Stournaras disse que, por enquanto, o melhor a fazer é esperar para ver. “Estamos mantendo as opções em aberto, reunião por reunião, dependendo dos dados”, disse ele.
FMI: Dívida pública global poderá atingir 100% do PIB do planeta até o fim da década
Cerca de um terço dos países, que representam 80% do PIB global, têm uma dívida pública mais alta do que antes da pandemia.
XP: Oportunidades de swing trade para hoje, por Gilberto Coelho

XP está otimista para distribuições e captações de Fiagros após anos difíceis
Pedro Freitas, head da área de cobertura do banco de investimento da XP, acredita em “horizonte muito positivo” para o produto.
PIB do 1º tri indica que Brasil pode surpreender e crescer acima da média mundial, diz Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira que o crescimento do Brasil no primeiro trimestre indica que o país pode surpreender o mundo e expandir acima da média mundial, apontando para o desempenho da agricultura como fator que permitirá que a economia cresça “mais um pouco” em 2025. Falando durante cerimônia, em Paris, Lula ainda afirmou que o crescimento brasileiro neste ano vai superar as projeções de “pessimistas”. O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,4% no primeiro trimestre em relação aos três meses anteriores, sustentado pelo desempenho mais forte da agropecuária em dois anos e iniciando com força um ano em que se espera moderação da atividade à frente diante da política monetária contracionista.
Kazaks diz que corte de juros pelo BCE deveria ser encerrado
O Banco Central Europeu deveria parar de cortar as taxas de juros em todas as reuniões e manter-se atento à perspectiva econômica incerta, disse à Reuters o membro do BCE Martins Kazaks. O BCE cortou as taxas de juros pela sétima vez consecutiva na quinta-feira para sustentar uma economia da zona do euro que estava enfrentando dificuldades mesmo antes de as políticas econômicas e comerciais erráticas dos Estados Unidos terem causado novos golpes. Kazaks pediu o fim desse ciclo de afrouxamento de um ano, dizendo que o BCE deveria manter o “espaço” para cortar as taxas novamente em uma data posterior, se necessário. “Não acho que o mercado deva esperar que a trajetória de corte das taxas em todas as reuniões continue”, disse ele em uma entrevista por telefone. “Não há necessidade e há valor em manter o espaço político.”
Fávaro quer discussão sobre vacinação contra gripe aviária sem restrição de mercados
Uma discussão da vacinação contra gripe aviária sem a restrição de mercados para a carne de aves foi defendida nesta sexta-feira pelo ministro da Agricultura brasileiro, Carlos Fávaro, na França. Durante cerimônia na qual o Brasil recebeu da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) o certificado de livre de febre aftosa sem vacinação, Fávaro disse que sugeriu que o Brasil receba uma conferência mundial de saúde animal em 2026 para que essa discussão possa ser feita. “Para que possamos juntos discutir um modelo de sanidade animal de regionalização, da possível implementação de vacinas na questão da aviária, tudo isso sem restringir mercados, em acordo entre compradores e vendedores”, afirmou Fávaro. Segundo ele, apenas um país que “tem protagonismo na sanidade animal pode propor uma conferência como essa”.
PL vai ao Supremo contra alta do IOF e Moraes é sorteado relator
Partido questiona finalidade da medida adotada pelo Ministério da Fazenda.
Casas Bahia (BHIA3) negocia com credores antecipação de conversão de dívida
A Casas Bahia anunciou na noite da quinta-feira que está em negociações “avançadas” com credores para antecipar uma conversão de dívida de R$1,57 bilhão em ações da rede de varejo neste mês. A operação, se fosse realizada na quinta-feira, produziria a emissão de 328,95 milhões de novas ações da empresa, o equivalente a 77,58% do capital da Casas Bahia, afirmou a companhia em fato relevante ao mercado.
Tesouro dos EUA diz que BC do Japão deve continuar a apertar política monetária
O Banco do Japão deve continuar com o aperto monetário, o que amparia uma “normalização da fraqueza do iene” e o reequilíbrio do comércio bilateral, disse o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos nesta quinta-feira. Os comentários, feitos no relatório da taxa de câmbio do Tesouro para o Congresso, acontecem em um momento em que as tarifas pesadas dos EUA impostas pelo presidente Donald Trump complicam os esforços do banco central japonês para aumentar a taxa de juros e retirar o histórico estímulo monetário da economia. “O aperto da política monetária do Banco do Japão deve continuar em resposta aos fundamentos econômicos domésticos, incluindo crescimento e inflação, amparando uma normalização da fraqueza do iene em relação ao dólar e um reequilíbrio estrutural muito necessário do comércio bilateral”, disse o Tesouro no relatório. “O Tesouro também enfatiza que os veículos de investimento do governo, tais como os grandes fundos de pensão públicos, devem investir no exterior para fins de diversificação e retorno ajustado ao risco, e não para visar a taxa de câmbio para fins competitivos”, disse o relatório sobre o Japão.
Exportações e produção industrial da Alemanha caem em abril com fim do impulso pré-tarifas
As exportações e a produção industrial da Alemanha caíram mais do que o esperado em abril uma vez que a demanda dos Estados Unidos diminuiu após meses de fortes compras em antecipação às tarifas norte-americanas, mostraram dados oficiais nesta sexta-feira. A maior economia da Europa cresceu no primeiro trimestre ajudada pelas exportações e pela antecipação da indústria antes das tarifas dos EUA, mas esse efeito começou a se reverter em abril, quando as exportações alemãs caíram 1,7% em relação ao mês anterior. Analistas previam uma queda de 0,7% em uma pesquisa da Reuters. As exportações de mercadorias para os EUA caíram 10,5% em comparação com março, enquanto as exportações para outros países da União Europeia aumentaram 0,9%, de acordo com o Escritório Federal de Estatísticas. Os EUA foram o principal parceiro comercial da Alemanha em 2024, com o comércio bilateral de mercadorias totalizando 253 bilhões de euros, e a economia do país deve figurar entre as mais afetadas pelas tarifas lançadas pelo governo do presidente Donald Trump já que é voltada para exportações.
Barris de petróleo oscilam e minério de ferro avança
Os preços do petróleo operam mistos, mas estão a caminho de seu primeiro ganho semanal em três semanas depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, retomaram as negociações comerciais, aumentando as esperanças de crescimento e demanda mais forte nas duas maiores economias do mundo. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, com negociações entre Trump e Xi e demanda resiliente da China.
- Petróleo WTI, -0,03%, a US$ 63,35 o barril
- Petróleo Brent, +0,02%, a US$ 65,35 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,86%, a 707,50 iuanes (US$ 98,59)
Mercados da Europa operam mistos em meio a tensões comerciais
Os mercados europeus operam sem direção única, com tensões comerciais e economia dos EUA permanecendo em foco. O índice europeu Stoxx Automobiles and Parts recuou 0,5% no início do pregão, pressionado pela forte desvalorização das ações da Tesla, que perdeu US$ 152 bilhões em valor de mercado após um embate público entre o CEO Elon Musk e o presidente dos EUA, Donald Trump. As ações regionais encerraram a sessão de quinta-feira em alta depois que o Banco Central Europeu cortou as taxas de juros em uma medida amplamente esperada.
- STOXX 600: +0,01%
- DAX (Alemanha): -0,19%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,03%
- CAC 40 (França): -0,05%
- FTSE MIB (Itália): +0,08%
Bolsas da Ásia fecham dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam de forma mista, enquanto os investidores avaliavam o telefonema entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping. Trump e Xi conversaram na quinta-feira e concordaram que autoridades dos EUA e da China se reunirão em breve para continuar as negociações com o objetivo de acabar com a guerra comercial em curso. Os mercados da Coreia do Sul estão fechados devido a um feriado.
- Shanghai SE (China), +0,04%
- Nikkei (Japão): +0,50%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,48%
- Kospi (Coreia do Sul): fechado por feriado
- ASX 200 (Austrália): -0,27%
EUA: índices futuros avançam juntos antes de payroll
Os índices futuros dos Estados Unidos operam em alta nesta sexta-feira (6), com investidores aguardando os dados da folha de pagamento (payroll) de maio, mesmo após a rixa pública entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o bilionário Elon Musk. Os contratos futuros do Nasdaq 100 caíram quase 1% na quinta-feira, quando as ações da Tesla recuaram 14%. A queda foi provocada pela proposta de Donald Trump de cortar contratos governamentais ligados ao bilionário Elon Musk, que havia criticado publicamente o projeto de lei tributária do Republicano. Posteriormente, Musk sinalizou disposição para reduzir as tensões. Economistas consultados pela LSEG projetam a criação de 130 mil vagas em maio — uma desaceleração em relação ao mês anterior. Os dados divulgados no início da semana já indicaram um arrefecimento no mercado de trabalho, reforçando as apostas de que o Federal Reserve (Fed) cortará os juros pelo menos duas vezes ainda este ano.
- Dow Jones Futuro: +0,31%
- S&P 500 Futuro: +0,39%
- Nasdaq Futuro: +0,39%
IGP-DI foi de -0,85% em maio
O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu 0,85% em maio. No mês de abril, a taxa subira 0,30%. Com este resultado, o índice acumula alta de 0,05% no ano e 6,27% em 12 meses. Em maio de 2024, o IGP-DI havia registrado alta de 0,87% e acumulava alta de 0,88% em 12 meses.
Abertura de mercados
Investidores aguardam com cautela nesta sexta-feira o relatório de emprego dos Estados Unidos para maio, enquanto na cena nacional o foco recai sobre declarações de autoridades. Uma série de dados econômicos fracos dos EUA nesta semana deixou os mercados atentos à possibilidade de um resultado fraco no relatório, que pode ampliar as preocupações com uma “estagflação” e aumentar a pressão sobre o Federal Reserve para afrouxar a política monetária. A expectativa é de que os EUA tenham aberto 130.000 vagas de emprego no mês passado, depois de 177.000 em abril, segundo uma pesquisa da Reuters com economistas. Qualquer fraqueza inesperada pode antecipar o próximo corte de juros nos EUA e provocar um rali nos Treasuries. Na cena nacional, o secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, participa do Fórum Esfera às 16h30, em meio à expectativa do mercado sobre o anúncio de alternativas ao decreto do governo que elevou as alíquotas do IOF. Duas fontes disseram à Reuters que o governo federal deve encampar um projeto de lei complementar que prevê um corte de 10% em benefícios tributários como principal medida para substituir o aumento do IOF. Enquanto isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue na França, com destaque para participação em fórum empresarial, além de outros compromissos. Já o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participa em São Paulo do Congresso Brasileiro de Direito Tributário do Idepe. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram ontem com baixas
Investidores em Wall Street tiveram um dia agitado, mas de muita cautela. O assunto foi a conversa por telefone entre os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, reacendendo as esperanças de um rumo comercial mais claro. Eles chegaram a trocar convites para visitas. “É positivo que eles estejam conversando, mas acredito que o acordo com a China virá bem depois de outros acordos com a Índia, o Japão e outros países”, disse à CNBC Jay Hatfield, CEO da Infrastructure Capital Advisors. “As chances de chegarmos a uma resolução rapidamente parecem extremamente baixas”. A cautela vem com a espera pelo payroll amanhã, que é o mais importante relatório sobre o mercado de trabalho nos EUA, aquele que o Federal Reserve mais observa e se guia para os caminhos da política monetária – política que o mercado, inclusive, já projeta caminhar para baixo em pelo menos 0,75 ponto percentual até o fim do ano.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,25 | 42.319,74 |
| S&P 500 | -0,53 | 5.939,33 |
| Nasdaq | -0,83 | 19.298,45 |
DIs: juros futuros fecharam sessão de ontem com altas amplas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,910 | 0,080 |
| DI1F27 | 14,365 | 0,155 |
| DI1F28 | 13,840 | 0,200 |
| DI1F29 | 13,790 | 0,190 |
| DI1F31 | 13,930 | 0,210 |
| DI1F32 | 13,970 | 0,210 |
| DI1F33 | 13,970 | 0,190 |
| DI1F34 | 13,950 | 0,200 |
| DI1F35 | 13,950 | 0,200 |
Dólar comercial terminou ontem com baixa ampla de 1,05%
O dólar voltou a cair diante do real, depois da alta de ontem e fechou abaixo de R$ 5,59 pela primeira vez desde outubro de 2024. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,01%, aos 98,79 pontos.
- Venda: R$ 5,586
- Compra: R$ 5,585
- Mínima: R$ 5,578
- Máxima: R$ 5,637
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| HAPV3 | -5,92 | 2,70 |
| COGN3 | -3,81 | 3,03 |
| VIVA3 | -3,74 | 25,23 |
| CSAN3 | -3,25 | 8,04 |
| BBDC4 | -2,92 | 15,97 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| SUZB3 | 6,31 | 52,90 |
| BEEF3 | 4,90 | 4,92 |
| GGBR4 | 3,47 | 16,70 |
| GOAU4 | 3,15 | 9,18 |
| RADL3 | 3,10 | 14,96 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| SUZB3 | 54.090 | 6,31 |
| B3SA3 | 51.237 | -2,65 |
| BBAS3 | 47.985 | -0,49 |
| JBSS3 | 40.566 | 0,60 |
| PETR4 | 39.297 | 0,03 |
Ibovespa fechou ontem com baixa de 0,56%, aos 136.236,37 pontos
- Máxima: 137.451,31
- Mínima: 136.030,75
- Diferença para a abertura: -765,21 pontos
- Volume: R$ 22,70 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (2): -0,18%
- Terça-feira (3): +0,56%
- Quarta-feira (4): -0,40%
- Quinta-feira (5): -0,56%
- Semana: -0,58%
- Junho: -0,58%
- 2T25: +4,59%
- 2025: +13,26%
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