Ibovespa hoje
- Ibovespa sobe aos 138,3 mil pontos, dólar comercial cai a R$ 5,62 e juros futuros recuam.
- Comissário da UE diz que teve conversas produtivas com representante comercial dos EUA.
- Pacote alternativo ao IOF tem Fundeb e benefícios tributários na mira.
Confira as últimas dos mercados
Ações de Vale (VALE3) ampliam ganhos, com +1,16%, a R$ 53,14
Ações de Vale (VALE3) renovam máxima, com +0,85%, a R$ 52,99
VIX: índice de volatilidade nos EUA recua 0,90%, aos 17,53 pontos
Principais índices em Nova York abrem dia com altas curtas
Investidores em Wall Street começaram o dia com preocupações renovadas sobre a guerra comercial, após Donald Trump, presidente dos EUA, voltar a criticar a China, chamando o presidente chinês, Xi Jinping, de “difícil de negociar”. Além disso, hoje entrou em vigor as tarifas mais altas sobre o aço e o alumínio, o que pode impactar os custos e os preços nos EUA. No campo dos dados, as contratações do setor privado, medidos pelo ADP, atingiram seu nível mais baixo em mais de dois anos, levantando preocupações de que a incerteza da política comercial pode estar pesando sobre a economia dos EUA.
- Dow Jones: +0,11%
- S&P 500: +0,17%
- Nasdaq: +0,25%
VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira desce 2,00%, aos 16,65 pontos
Pesquisa: dólar cairá ainda mais devido a riscos fiscais, de crescimento e comerciais nos EUA
A queda na demanda por ativos emitidos em dólares derrubará o valor da moeda norte-americana nos próximos meses, de acordo com estrategistas de câmbio consultados pela Reuters, conforme aumentam as preocupações com o déficit e a dívida federal dos Estados Unidos. A política comercial errática do presidente dos EUA, Donald Trump, junto da aprovação pela Câmara dos Deputados de um projeto de lei de corte de impostos e gastos que acrescentaria US$3,3 trilhões a uma já enorme pilha de dívidas de US$36,2 trilhões, tem deixado muitos investidores preocupados. Os rendimentos dos Treasuries de longo prazo dispararam com o aumento do “prêmio de prazo” – uma compensação por manter uma dívida de prazo mais longo -, o que levou a uma ampla venda de ativos e a uma queda de quase 10% do dólar em relação a seus pares fortes desde meados de janeiro. Perguntados sobre o que acontecerá com a demanda por ativos emitidos em dólares em uma pesquisa de 30 de maio a 4 de junho, uma maioria de quase 90%, 59 de 66 estrategistas de câmbio, disse que ela diminuirá. “É bastante evidente que, no momento, há uma negociação de ‘venda dos EUA’ em andamento, e a diminuição da demanda por dólares depende da percepção de que o crescimento dos EUA será afetado pelas políticas atuais do governo”, disse Jane Foley, chefe de estratégia cambial do Rabobank. (Reuters)
Nova máxima: Ibovespa sobe 0,80%, aos 138.641,99 pontos
Pesquisa: real deve permanecer estável no curto prazo em meio a preocupações comerciais
O real permanecerá praticamente estável nos próximos meses, contido por uma deterioração nas contas externas do país, mostrou uma pesquisa da Reuters. O real está se aproximando do meio do ano em melhor forma do que o esperado no início de 2025, com suporte da taxa de juros alta e de um dólar mais fraco globalmente. Mas as dúvidas sobre a capacidade da economia brasileira de continuar financiando seu déficit em conta corrente se somaram recentemente às preocupações sobre o déficit fiscal e como corrigi-lo. A moeda brasileira deve permanecer em torno de 5,64 por dólar em 12 meses, perdendo apenas 1,9%, para 5,75, de acordo com a mediana das estimativas de 27 especialistas em câmbio consultados entre 30 de maio e 3 de junho. A última projeção para o final de junho, de 5,70 por dólar, é 4,7% mais forte do que o valor de 5,97 previsto em uma pesquisa de janeiro, quando a moeda ainda estava se recuperando de um período ruim no final de 2024. Analistas do Itaú Unibanco citaram o spread favorável da taxa de juros do Brasil e as expectativas de avanço nas negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China como fatores que sustentam o real. “No entanto, um (potencial) acordo comercial entre os EUA e outros países aumenta a chance de manter o chamado excepcionalismo norte-americano”, acrescentaram os economistas do banco. (Reuters)
Ibovespa renova mais uma vez a máxima do dia, agora com mais 0,72%, aos 138.542,80 pontos
Nova máxima: Ibovespa agora sobe 0,69%, aos 138.496,19 pontos
Ibovespa avança em meio a novas tarifas dos EUA, falas de Galípolo e discussões sobre IOF
O Ibovespa opera em alta nas primeiras negociações desta quarta-feira (4), aos 138,3 mil pontos, com atenções voltadas para presidente do Banco Central, enquanto investidores permanecem na expectativa por novas medidas na área fiscal, enquanto no exterior a incerteza sobre os planos tarifários dos EUA e as negociações com a China dominam os mercados. Sobem as ações de Vale (VALE3), Petrobras (PETR4) e varejistas, enquanto os grandes bancos operam mistos. O dólar comercial cai a R$ 5,62 e os juros futuros recuam. Na véspera, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a taxa de juros Selic continua muito alta, mas que acredita que o BC logo vai tomar a atitude “correta” e reduzir os custos dos empréstimos. Enquanto isso, permanece no radar a possibilidade de o governo apresentar novas medidas na área fiscal, revendo o decreto de aumento do IOF. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na terça-feira que há espaço para calibragem do decreto que elevou o IOF se medidas fiscais estruturais em discussão pelo governo avançarem. No exterior, entraram em vigor as tarifas mais altas dos EUA sobre as importações de aço e alumínio, no mesmo dia em que o governo do presidente Donald Trump espera que os parceiros comerciais façam suas “melhores ofertas” para evitar que outras taxas punitivas entrem em vigor em julho. O Dow Jones Futuro opera em queda de 0,02%, enquanto o S&P 500 recua 0,03% e o Nasdaq Futuro perde 0,01%. (Felipe Alves)
Ibovespa renova máxima do dia, com alta de 0,68%, aos 138.478,45 pontos
BB (BBAS3) vira para queda, com 0,39%, a R$ 22,89
Siderúrgicas em alta, após tarifas de aço dos EUA subir para 50% e entrar em vigor: CSNA3, +1,43%; GGBR4, +0,80%; GOAU4 +0,45%; USIM5, +0,76%
Varejistas nesta abertura: AMER3, -0,18%; AZZA3, +0,09%; BHIA3, -1,15%; CEAB3, +1,29%; LREN3, -0,21%; MGLU3, -0,98%; PETZ3, +0,69%
Aéreas começam sessão com altas: AZUL4, +7,07; e GOLL4, +0,67%
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,6271 e venda a R$ 5,6277
Frigoríficos começam sessão de forma mista: BEEF3, -0,20%; BRFS3, +0,39%; JBSS3, -0,08%; MRFG3, +0,32%
Petro juniores iniciam sessão no azul: PRIO3, +1,95%; RECV3, +0,88%; BRAV3, +2,17%
Ibovespa sai dos leilões com alta de 0,56%, aos 138.322,88 pontos
B3 (B3SA3) começa dia com menos 1,13%, a R$ 14,02
Eletrobras começa sessão com altas: ELET3 tem mais 0,38% e ELET6, mais 0,32%
Galípolo: o PIX é o dinheiro que anda na velocidade do nosso tempo
Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, participa de evento de lançamento do PIX Automático.
Supermercadistas iniciam a quarta-feira com altas: ASAI3, +1,01%; GMAT3, +0,75%; PCAR3, +2,28%
Embraer (EMBR3) abre dia com alta de 1,90%, a R$ 66,04
Grandes bancos abrem dia com ganhos: BBAS3, +0,17%; BBDC4, +0,91%; ITUB4, +0,59%; SANB11, +0,24%
Petrobras começa dia com altas de 0,12% (PETR3) e 0,30% (PETR4)
Vale (VALE3) inicia sessão com ganhos de 0,36%, a R$ 52,72
Hapvida (HAPV3) começa dia com alta de 1,05%, a R$ 2,90
Ibovespa abre, preliminarmente, com alta de 0,03%, aos 137.583,78 pontos
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com alta de 0,01%, aos 2.254,00 pontos
UE dá sinal verde para Bulgária adotar o euro a partir do início de 2026
A Comissão Europeia e o Banco Central Europeu autorizaram a Bulgária, nesta quarta-feira, a adotar o euro a partir do início de 2026, tornando o país o 21º a aderir à área da moeda única. Em um “relatório de convergência” que descreve como a economia da Bulgária se encaixa com o restante da zona do euro, a Comissão afirmou que a Bulgária atendeu aos critérios formais necessários para adotar a moeda, atualmente utilizada por 347 milhões de europeus em 20 países. “Hoje, a Comissão Europeia concluiu que a Bulgária está pronta para adotar o euro a partir de 1º de janeiro de 2026 – um marco importante que a tornará o vigésimo primeiro Estado-membro a aderir à zona do euro”, disse a Comissão em um comunicado. A Comissão também analisou se a economia e os mercados da Bulgária estão integrados ao restante da UE, bem como as tendências da balança de pagamentos do país. Em um relatório separado, o BCE também disse que a Bulgária está pronta. “Gostaria de parabenizar a Bulgária por sua enorme dedicação em fazer os ajustes necessários”, disse Philip Lane, membro do Conselho Executivo do BCE, em um comunicado. (Reuters)
Preços dos combustíveis no Brasil estão pouco abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou antes de ontem reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 30 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): -2%, ou -R$ 0,06 (ontem: -1% ou -R$ 0,02)
- Gasolina A (média nacional): -3%, ou -R$ 0,07 (ontem: -2% ou -R$ 0,06)
Ibovespa futuro avança 0,52%, aos 139.115 pontos
Tesouro Nacional anuncia emissão de títulos no mercado internacional
O Tesouro Nacional anunciou nesta quarta-feira uma emissão de títulos em dólares no mercado internacional, com prazos de 5 anos, vencendo em 2030, e de 10 anos, vencendo em 2035. “O objetivo da operação é dar continuidade à estratégia do Tesouro Nacional de promover a liquidez da curva de juros soberana em dólar no mercado externo, provendo referência para o setor corporativo, e antecipar financiamento de vencimentos em moeda estrangeira”, informou em comunicado. A operação será liderada pelos bancos BNP Paribas, Citigroup e Santander. O resultado será divulgado ao final do dia.
Trump diz que Powell tem que reduzir a taxa de juros, segundo post no Truth Social
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, tem que reduzir a taxa de juros, observando que a empresa de processamento de folha de pagamento ADP informou que a criação de empregos diminuiu em maio. “Saiu o número da ADP. ‘Tarde demais’ Powell tem agora baixar os juros. Ele é inacreditável. A Europa já baixou nove vezes”, disse Trump em uma postagem no Truth Social.
ADRs da Vale sobem 0,32%, a US$ 9,34, no pré-mercado
Enviado de Trump diz que riscos estão “subindo muito” após Ucrânia atingir bombardeiros russos
O enviado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a Ucrânia, disse que o risco de escalada da guerra na Ucrânia está “subindo muito” depois que as forças ucranianas usaram drones para atacar bombardeiros com capacidade nuclear em várias bases aéreas no interior da Rússia. A Ucrânia disse que atacou campos de aviação na Sibéria e no extremo norte da Rússia no fim de semana, atingindo alvos a até 4.300 km das linhas de frente do conflito. “Estou lhe dizendo, os níveis de risco estão subindo muito — quero dizer, o que aconteceu este fim de semana”, afirmou o enviado de Trump, Keith Kellogg, à Fox News. “As pessoas precisam entender no espaço de segurança nacional: quando você ataca a parte do sistema de sobrevivência nacional de um adversário, que é a tríade nuclear, isso significa que seu nível de risco aumenta porque você não sabe o que o outro lado vai fazer. Você não tem certeza.” Rússia e Estados Unidos juntos detêm cerca de 88% de todas as armas nucleares.
Dólar comercial amplia perdas, com -0,33%, a R$ 5,617
50% dizem que governo errou com anúncio de alta do IOF, aponta Quaest
36% afirmam que a gestão petista cometeu um erro.
Índice EWZ sobe 0,62% na pré-abertura dos EUA
Ibovespa futuro amplia ganhos, com +0,65%, aos 139.305 pontos
EUA: variação de empregos privados ADP em maio fica em 37 mil, bem abaixo da expectativa de 111 mil
Em abril, a variação ficou em 60 mil (revisada de 62 mil).
Cade aprova incorporação da BRF pela Marfrig sem restrições
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu pela aprovação, sem restrições, da operação de incorporação de ações da BRF (BRFS3) pela Marfrig (MRFG3), informaram as duas companhias nesta quarta-feira. “A aprovação se tornará definitiva após o prazo de 15 dias contados da sua publicação, caso não haja manifestação de membro do Tribunal do Cade ou interposição de eventuais recursos”, afirmaram em fato relevante conjunto. Em meados de maio, a Marfrig anunciou o plano de incorporar as ações da BRF não detidas pela companhia, formando a MBRF, uma empresa global do setor de carnes e alimentos processados com receita de R$152 bilhões consolidada em 12 meses. A Marfrig já possui 50,49% de participação na BRF. A transação prevê uma relação de troca de 0,8521 ação da Marfrig por cada ação da BRF detida, considerando já uma “distribuição máxima” de proventos pelas companhias, sendo R$2,5 bilhões pela Marfrig e R$3,5 bilhões pela BRF.
WEG (WEGE3): banco elogia empresa, mas não enxerga caminho positivo para as ações, por enquanto
“Ainda é uma ótima história, mas sem pressa para entrar nela ainda”, diz o Itaú BBA, após encontro com direção da WEG (WEGE3). “A WEG continua sendo uma das histórias mais empolgantes em nossa cobertura, oferecendo novos e atraentes cenários de crescimento a serem explorados. No entanto, como sempre gostamos de destacar, as ações da WEG acompanham as inflexões nas expectativas de crescimento, lucratividade e custo de capital próprio”. Nesse sentido, segue o banco, “não estamos vendo uma inflexão positiva em nenhuma dessas tendências por enquanto. A WEG é negociada a 22,5x P/L 2026, o que pode parecer convidativo para alguns (múltiplo histórico em cerca de 27x P/L), mas acreditamos que as ações não possuem catalisadores para uma reclassificação adequada ou revisões para cima com base no consenso”. A classificação é outperform, com preço-alvo de R$ 65.
Ibovespa futuro amplia ganhos, com +0,53%, aos 139.130 pontos
Crescimento do crédito no Brasil tem sinais leves de desaceleração no 1º tri, diz ata do Comef
O Comitê de Estabilidade Financeira do Banco Central (Comef) apontou que o crescimento do crédito no Brasil mostrou sinais leves de desaceleração no primeiro trimestre de 2025, tanto no sistema financeiro quanto no mercado de capitais, de acordo com a ata da mais recente reunião do grupo, em 27 e 28 de maio. No documento divulgado nesta quarta-feira, o Comef observou, por outro lado, que o ritmo de crescimento do crédito amplo segue “historicamente elevado”, apesar de condições restritivas, que incluem a taxa básica de juros alta e o elevado endividamento de famílias e empresas. Segundo o Comef, esse ritmo de crescimento acompanha a atual resiliência da atividade econômica. “Apesar da leve desaceleração na margem, o crédito amplo continua com forte crescimento, em um ambiente marcado por elevação da taxa básica de juros e alto endividamento de famílias e empresas”, disse o Comef na ata da reunião.
DIs: juros futuros começam sessão com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,800 | 0,000 |
| DI1F27 | 14,160 | -0,015 |
| DI1F28 | 13,635 | -0,015 |
| DI1F29 | 13,600 | -0,020 |
| DI1F31 | 13,730 | -0,020 |
| DI1F32 | 13,760 | -0,040 |
| DI1F33 | 13,770 | -0,020 |
| DI1F34 | 13,720 | -0,050 |
| DI1F35 | 13,750 | -0,020 |
Dólar comercial abre em queda de 0,07%, cotado a R$ 5,630 na compra e a R$ 5,632 na venda
Bitcoin Futuro (BITFUT) inicia sessão com recuo de 0,63%, aos 597.720,00
Minidólar com vencimento em julho (WDON25) começa o dia com baixa de 0,15%, cotado a 5.664,50
Mini-índice com vencimento em junho (WINM25) abre com alta de 0,18%, aos 138.765 pontos
Dólar futuro abre em queda de 0,19%, cotado aos 5.664,50 pontos
Ibovespa futuro abre em alta de 0,18%, cotado aos 138.770 pontos
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto
Cenário fiscal dos EUA preocupa, mas Big Techs e IA seguram otimismo, dizem gestores
Apesar de riscos fiscais e geopolíticos, fundos veem nos EUA e na tecnologia os principais vetores de crescimento econômico global.
Comissário da UE diz que teve conversas produtivas com representante comercial dos EUA
O comissário de Comércio da União Europeia, Maros Sefcovic, disse nesta quarta-feira que manteve conversas produtivas com o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, enquanto a UE e os EUA tentam chegar a um acordo sobre as tarifas comerciais. “Tive uma discussão produtiva e construtiva com o embaixador Greer, da @USTradeRep, às margens da reunião ministerial de comércio da @OECD. Estamos avançando na direção certa em ritmo acelerado – e permanecendo em contato próximo para manter o ritmo”, escreveu Sefcovic no X.
XP: Oportunidades de swing trade para hoje, por Gilberto Coelho

Pix Automático será apresentado nesta 4ª; veja como vai facilitar pagamento de contas
Evento vai apresentar nesta quarta-feira a nova função de pagamentos de contas periódicas, como escola e condomínio.
Caso de gripe aviária é confirmado em ave no Zoológico de Brasília
Um caso de influenza aviária de alta patogenicidade foi confirmado em ave do Zoológico de Brasília, informou o governo do Distrito Federal na noite de terça-feira. As amostras foram coletadas em 28 de maio após a notificação do zoológico da mortalidade de duas aves, de acordo com um comunicado do governo brasiliense. O Brasil, maior exportador global de carne de frango, segue acompanhando investigações de gripe aviária após o primeiro registro em granja comercial confirmado em Montenegro (RS) no mês passado, o que resultou em embargos comerciais de importantes importadores do produto brasileiro. Geralmente, o país fica suscetível a embargos comerciais apenas quando o foco ocorre em granja comercial.
Trump diz que é “extremamente difícil” fechar um acordo com Xi Jinping
China e os EUA estão em desacordo em uma série de questões e ainda precisam confirmar os planos para uma ligação entre seus líderes.
Líder supremo do Irã rejeita proposta nuclear dos EUA e promete continuar enriquecendo urânio
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, disse nesta quarta-feira que abandonar o enriquecimento de urânio é “100%” contra os interesses do país, rejeitando uma exigência central dos Estados Unidos nas negociações para resolver uma disputa de décadas sobre as ambições nucleares de Teerã. A proposta dos EUA para um novo acordo nuclear foi apresentada ao Irã no sábado por Omã, que mediou as negociações entre o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, e o enviado do presidente Donald Trump para o Oriente Médio, Steve Witkoff. Após cinco rodadas de negociações, várias questões difíceis de serem resolvidas permanecem, incluindo a insistência do Irã em manter o enriquecimento de urânio em seu solo e a recusa de Teerã em enviar para o exterior todo o seu estoque existente de urânio altamente enriquecido — possível matéria-prima para bombas nucleares.
Após atingir mínima do ano, Nvidia retoma alta e acende alerta de oportunidade na B3
Após mínima em R$ 10,67, BDR da Nvidia ensaia retomada e chama atenção do mercado.
Crescimento empresarial na zona do euro fica estagnado em maio, mostra o PMI
A atividade empresarial da zona do euro praticamente não expandiu em maio, uma vez que o setor de serviços contraiu pela primeira vez desde novembro, diante da queda da demanda que vem atormentando o bloco há um ano, mostrou uma pesquisa nesta quarta-feira. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) Composto da zona do euro, compilado pela S&P Global, caiu para 50,2 em maio, de 50,4 em abril, acima da preliminar de 49,5 mas o resultado mais fraco desde fevereiro. Leituras acima de 50,0 indicam crescimento da atividade, enquanto as leituras abaixo apontam contração. “A economia da zona do euro cresceu pelo quinto mês consecutivo”, disse Cyrus de la Rubia, economista-chefe do Hamburg Commercial Bank, destacando entretanto que o dado ficou apenas marginalmente acima da marca limite. “Isso se deve a um ligeiro declínio na atividade do setor de serviços, enquanto a produção industrial mostrou o mesmo crescimento moderado do mês anterior.”
Tarifa de 50% sobre aço e alumínio entra em vigor; como afeta empresas brasileiras?
Com tarifas dobradas dos EUA e demanda fraca na China, algumas companhias enfrentam pressão sobre preços e margens; veja impactos sobre CSN, CSN Mineração e Gerdau.
Pacote alternativo ao IOF tem Fundeb e benefícios tributários na mira
Haddad diz que houve alinhamento entre Executivo e Legislativo, mas não apresentará as ações antes da reunião com líderes, marcada para domingo.
Governo Lula segue tendência de desaprovação, mas melhora percepção da economia, diz Genial/Quaest
Os índices de avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva oscilaram dentro da margem de erro em maio, mas seguiram a trajetória de piora na esteira de notícias negativas, apesar de uma melhora na percepção da população sobre a economia, apontou pesquisa da Genial Quaest divulgada nesta quarta-feira. A sondagem levantou que 57% dos entrevistados desaprovam o governo Lula, o maior índice registrado para esse quesito neste mandato. Em março, a desaprovação correspondia a 56%. A aprovação da gestão também oscilou dentro da margem de erro, de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e passou de 41% na última rodada para 40% agora. Os índices de avaliação do governo exibiram dinâmica semelhante: os 41% de avaliação negativa em março oscilaram para 43%; os 27% que o avaliavam como positivo em março passaram a 26%; e os 29% que o consideravam regular foram para 28%. Em outro sinal negativo para o governo, o percentual dos que avaliam que o país está na direção errada aumentou pela terceira vez seguida, chegando a 61%, ante 56% em março. Enquanto isso, os que entendem que o país está no rumo certo também diminuíram pela terceira vez seguida, chegando a 32%, ante 36%.
Barris de petróleo operam estáveis, enquanto minério de ferro avança 1%
Os preços do petróleo rondam a estabilidade, pressionados pela redução do equilíbrio entre oferta e demanda após o aumento da produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (OPEP+) e pelas preocupações persistentes sobre as perspectivas econômicas globais devido às tensões tarifárias. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, com alguns investidores fechando suas posições vendidas, embora a expectativa de uma demanda sazonalmente mais lenta tenha limitado os ganhos.
- Petróleo WTI, +0,09%, a US$ 63,47 o barril
- Petróleo Brent, +0,18%, a US$ 65,74 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,37%, a 704,50 iuanes (US$ 97,79)
Bolsas da Europa operam na maioria com ganhos
O principal índice acionário da Europa sobe nesta quarta-feira, com o índice de referência alemão atingindo uma máxima recorde após a aprovação de um pacote de 46 bilhões de euros de redução de impostos corporativos, com o objetivo de impulsionar o crescimento da maior economia da região. Nesta quarta-feira, o gabinete da Alemanha aprovou o pacote para apoiar as empresas de 2025 a 2029. Enquanto isso, uma pesquisa mostrou que a atividade empresarial da zona do euro praticamente não expandiu em maio e o setor de serviços da Alemanha registrou a maior contração na atividade em mais de dois anos. No entanto, os investidores permaneciam cautelosos, já que os Estados Unidos dobrou suas tarifas sobre as importações de aço e alumínio nesta quarta-feira, que também é o prazo final para que parceiros comerciais apresentem suas propostas de acordos para evitar as tarifas do “Dia da Libertação”.
- STOXX 600: +0,48%
- DAX (Alemanha): +0,69%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,27%
- CAC 40 (França): +0,69%
- FTSE MIB (Itália): -0,24%
Mercados da Ásia fecham dia com ganhos
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em alta nesta quarta-feira, acompanhando os ganhos de Wall Street impulsionados pela recuperação do setor de tecnologia, liderado pela fabricante de chips Nvidia. As ações sul-coreanas registraram os maiores avanços na região. Os mercados sul-coreanos avançaram após a vitória de Lee Jae-myung, líder do partido de oposição, nas eleições presidenciais. O índice Kospi subiu 2,66%, encerrando o pregão aos 2.770,84 pontos — o maior patamar desde agosto do ano passado.
- Shanghai SE (China), +0,42%
- Nikkei (Japão): +0,80%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,60%
- Kospi (Coreia do Sul): +2,66%
- ASX 200 (Austrália): +0,89%
EUA: índices futuros avançam à espera de novos dados
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quarta-feira (4), com investidores ignorando amplamente os riscos tarifários, mesmo com o presidente americano Donald Trump dobrando as tarifas sobre as importações de aço e alumínio. O Reino Unido é a única exceção, mantendo a tarifa em 25% após acordo comercial recente com os EUA. Wall Street também aguarda o relatório de folha de pagamento do setor privado da ADP e Livro Bege do Federal Reserve (Fed), ambos previstos para esta quarta. Ao longo da semana, os investidores seguem atentos a dados importantes do mercado de trabalho, com os pedidos semanais de auxílio-desemprego na quinta-feira e, na sexta, o aguardado relatório oficial de empregos de maio.
- Dow Jones Futuro: +0,13%
- S&P 500 Futuro: +0,19%
- Nasdaq Futuro: +0,18%
Abertura de mercados
As atenções se voltam ao presidente do Banco Central nesta quarta-feira, enquanto investidores permanecem na expectativa por novas medidas na área fiscal, enquanto no exterior a incerteza sobre os planos tarifários dos Estados Unidos e as negociações com a China dominam os mercados.Pela manhã, os investidores nacionais devem acompanhar o presidente do BC, Gabriel Galípolo, que participa a partir das 09h30 do evento “Conexão Pix”, em São Paulo. Na véspera, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a taxa de juros Selic continua muito alta, mas que acredita que o BC logo vai tomar a atitude “correta” e reduzir os custos dos empréstimos. Enquanto isso, permanece no radar a possibilidade de o governo apresentar novas medidas na área fiscal, revendo o decreto de aumento do IOF. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na terça-feira que há espaço para calibragem do decreto que elevou o IOF se medidas fiscais estruturais em discussão pelo governo avançarem. Segundo ele, as iniciativas não serão anunciadas antes de uma reunião com lideranças partidárias do Congresso Nacional prevista para domingo. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram ontem com ganhos
Os principais índices em Nova York subiram, embora sem tanta convicção. Ontem, viraram no final dos trabalhos e conseguiram altas curtas. Hoje, os ganhos foram maiores, entretanto a Casa Branca colocou um pouco de água no chope ao lembrar que Donald Trump ia assinar a ordem executiva para dobrar as tarifas para o aço e o alumínio. A OCDE hoje, inclusive, alertou que as tarifas do governo Trump vão afetar a economia global mais do que o esperado. Lisa Cook, membro do Conselho do Federal Reserve diz já perceber efeitos das tarifas na economia atual. Por ora, os dados jogam a favor de Trump. O mercado de trabalho mostrou hoje mais força do que se projetava, com criação de postos de trabalho acima do que o mercado esperava. Por outro lado, as encomendas à indústria em abril recuaram mais de 3%.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,51 | 42.519,64 |
| S&P 500 | 0,58 | 5.970,38 |
| Nasdaq | 0,81 | 19.398,96 |
DIs: juros futuros fecham sessão de ontem de forma mista
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,800 | 0,030 |
| DI1F27 | 14,175 | 0,065 |
| DI1F28 | 13,650 | 0,015 |
| DI1F29 | 13,620 | -0,010 |
| DI1F31 | 13,750 | -0,030 |
| DI1F32 | 13,800 | -0,020 |
| DI1F33 | 13,790 | -0,020 |
| DI1F35 | 13,770 | -0,050 |
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,70%
O dólar emendou a segunda baixa seguida diante do real. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,59%, aos 99,28 pontos.
- Venda: R$ 5,635
- Compra: R$ 5,635
- Mínima: R$ 5,626
- Máxima: R$ 5,711
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| JBSS3 | -3,38 | 38,85 |
| RDOR3 | -3,04 | 36,30 |
| BEEF3 | -1,56 | 5,05 |
| RADL3 | -1,39 | 14,17 |
| BRKM5 | -1,23 | 10,40 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MGLU3 | 7,44 | 10,25 |
| CSAN3 | 6,09 | 8,54 |
| NTCO3 | 5,18 | 10,76 |
| YDUQ3 | 5,05 | 16,86 |
| SMTO3 | 5,01 | 21,15 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 67.092 | -0,27 |
| BBDC4 | 62.132 | 1,70 |
| BBAS3 | 51.169 | 0,27 |
| RDOR3 | 41.586 | -3,04 |
| B3SA3 | 39.740 | 3,43 |
Ibovespa fechou ontem com alta de 0,56%, aos 137.546,26 pontos
- Máxima: 137.672,31
- Mínima: 136.174,84
- Diferença para a abertura: +759,61 pontos
- Volume: R$ 22,20 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (2): -0,18%
- Terça-feira (3): +0,56%
- Semana: +0,38%
- Junho: +0,38%
- 2T25: +5,59%
- 2025: +14,35%
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