Dow Jones Futuro sobe após ataque dos EUA à Venezuela e captura de Nicolás Maduro

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Os índices futuros de Nova York operam em alta nesta segunda-feira (5), enquanto investidores avaliam os desdobramentos geopolíticos após ataque dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro, líder da Venezuela, no sábado.

Após o ataque, Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram levados para Nova York, onde foram acusados ​​de conspiração para o narcotráfico e outros crimes.

No sábado, o presidente Trump afirmou que os EUA “governariam” a Venezuela “até que possamos realizar uma transição segura, adequada e criteriosa”. No domingo, o secretário de Estado Marco Rubio adotou um tom mais moderado, dizendo que os EUA têm “uma enorme influência” para alcançar seus objetivos, embora não tenha chegado a afirmar que Washington governaria o país diretamente.

Estados Unidos

Além do cenário geopolítico, a agenda da semana traz uma série de indicadores econômicos relevantes. Entre os destaques está o relatório de empregos de dezembro. Na quarta-feira, o Departamento de Estatísticas do Trabalho dos EUA divulga os dados de novembro sobre vagas em aberto.

As pesquisas de dezembro do Instituto de Gestão de Suprimentos (ISM), tanto da indústria quanto de serviços, também devem fornecer sinais importantes sobre a dinâmica do mercado de trabalho nesses setores. Já no fim da semana, o governo americano publica os dados de outubro sobre o início de novas construções residenciais, enquanto a Universidade de Michigan divulga a leitura preliminar de janeiro do índice de confiança do consumidor.

Veja o desempenho dos mercados futuros:

  • Dow Jones Futuro: +0,14%
  • S&P 500 Futuro: +0,29%
  • Nasdaq Futuro: +0,66% 

Ásia-Pacífico

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam a primeira semana completa de 2026 em alta, após os EUA anunciarem um ataque à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro no fim de semana.

O índice Nikkei, do Japão, subiu 3,13%, enquanto o Topix avançou 2,12% e renovou recorde histórico. O destaque ficou para ações do setor de defesa, com a IHI Corp saltando quase 10%, a Mitsubishi Heavy Industries avançando 9,17% e a Kawasaki Heavy Industries subindo 6,89%.

Já o o índice Kospi, da Coreia do Sul, avançou 3,15% e renovou recorde histórico, aos 4.448,52 pontos, enquanto o Kosdaq subiu 1,11%. O destaque ficou para a Samsung, com alta superior a 7% após anúncio de expansão de dispositivos com IA, e para ações do setor de defesa, como Hanwha Aerospace (+6%) e Poongsan (+2%).

  • Shanghai SE (China), +1,38%
  • Nikkei (Japão): +2,97%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): +0,03%
  • Nifty 50 (Índia): -0,17%
  • ASX 200 (Austrália): +0,01%

Europa

Os mercados europeus operam em alta, com investidores reagindo à deposição do líder venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.

  • STOXX 600: +0,53%
  • DAX (Alemanha): +0,78%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,40%
  • CAC 40 (França): +0,49%
  • FTSE MIB (Itália): +0,65% 

Commodities

Os preços do petróleo operam em baixa, à medida que os investidores avaliavam as consequências da captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelas forças americanas sobre o fornecimento global de petróleo.

A OPEP+ manteve a produção inalterada no domingo, após uma reunião rápida que evitou discussões sobre as crises políticas que afetam vários dos membros do grupo de produtores.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, impulsionadas pela forte demanda chinesa e pelas contínuas restrições de oferta.

  • Petróleo WTI, -1,10%, a US$ 56,69 o barril
  • Petróleo Brent, -1,00%, a US$ 60,14 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,95%, a 797 iuanes (US$ 113,96)

Bitcoin

  • Bitcoin (BTC), +1,55%, a US$ 92.671,98 (em relação à cotação de 24 horas atrás)

(Com Reuters e Bloomberg)

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