Day Trade hoje: o que esperar dos minicontratos e do Ibovespa nesta segunda (9)

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O Ibovespa fechou a semana passada com nova retração, aprofundando o movimento corretivo iniciado após o topo histórico registrado no fim de maio. O índice recuou 0,67%, encerrando aos 136.102 pontos, com mínima em 135.600 e máxima em 138.796 pontos. Este é o terceiro fechamento semanal consecutivo no vermelho, o que acende um alerta no curto prazo, embora a tendência de alta no gráfico semanal ainda esteja preservada.

Desde que alcançou seu novo recorde em 140.381 pontos, o índice passou a ser pressionado pelo fluxo vendedor, o que limitou as tentativas de recuperação. O gráfico semanal ainda mostra o Ibovespa acima das médias de 9 e 21 períodos, embora o movimento de correção tenha aproximado o preço dessas referências.

Caso o índice perca os suportes em 135.600/134.990, a queda pode se intensificar com alvos na faixa de 132.870/130.145 pontos. Já uma reversão altista exigirá o rompimento da resistência imediata em 138.796, com confirmação no topo histórico de 140.381 pontos. Acima disso, o índice pode retomar o fôlego comprador, mirando as projeções em 140.420/144.550 pontos.

O IFR (14) semanal está em 60,23, ainda próximo da zona de sobrecompra.

No diário, a semana terminou com a terceira sessão consecutiva de queda. O candle de sexta-feira foi um spinning top, refletindo a indecisão entre compradores e vendedores — o que reforça a importância do suporte atual.

Para reverter o quadro, o Ibovespa precisa superar a faixa de resistência entre 136.890 e 137.975 pontos. Caso avance, os próximos alvos estarão em 139.540 e 140.381 pontos. Já a perda de suporte em 135.600/134.990 pode reforçar o fluxo vendedor, com próximos suportes em 134.040, 132.870, e alvo mais distante em 130.875. O IFR diário está em 48,06, apontando uma condição neutra.

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Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, o cenário é ainda mais técnico: o índice encerrou a última sessão abaixo das médias de 9, 21 e 200 períodos, consolidando a pressão vendedora. Esta foi a terceira queda consecutiva.

Para que haja retomada compradora, será necessário romper a resistência entre 136.170 e 137.090 pontos, o que poderia ativar projeções em 138.315/138.800, com continuidade para 139.895 e possível nova tentativa no 140.381.

Caso o suporte entre 135.600 e 134.990 ceda, o movimento de baixa tende a acelerar, com alvos técnicos em 134.040, 132.870, e extensão até 132.215/130.875 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Minicontratos

Na última sexta-feira, os contratos de mini-índice com vencimento em junho (WINM25) encerraram o pregão no campo negativo, com queda de 0,10%, aos 136.800 pontos. Este foi o terceiro fechamento consecutivo em baixa.

A abertura da semana traz um mercado mais cauteloso. O mini-índice vem de três sessões consecutivas de queda, mas mesmo assim segue defendendo a região das médias de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos, o que mantém alguma chance de reação no intraday. No entanto, se os suportes em 136.680/136.150 forem rompidos, o movimento vendedor pode ganhar intensidade. Já a superação da resistência em 137.000/137.510 pode sinalizar tentativa de retomada altista.

No gráfico de 60 minutos, o índice trabalha entre as médias móveis curtas, o que exige cautela — e atenção redobrada ao rompimento dessas faixas. O viés técnico é indefinido, mas tende ao enfraquecimento se a perda de suporte se confirmar.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

O minidólar (WDON25), com vencimento em julho, encerrou a última sessão com recuo de 0,37%, aos 5.592 pontos, emplacando sua quinta baixa consecutiva. Com esse movimento, o contrato renovou sua mínima de 2025 em 5.585 pontos, e permanece pressionado abaixo das médias curtas. 

A tendência segue claramente vendedora no curto prazo, com o gráfico de 15 minutos apontando continuidade da pressão baixista. O ativo segue negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos e só deve esboçar reação com entrada de fluxo comprador consistente. O suporte em 5.585/5.561 pontos será importante para os próximos movimentos, enquanto a resistência em 5.597/5.614,5 pontos é o primeiro obstáculo técnico a ser superado caso haja tentativa de reversão.

No gráfico de 60 minutos, a estrutura segue fragilizada, com inclinação negativa. Já o gráfico diário confirma a perda de força compradora, com renovação da mínima do ano e IFR neutro, porém inclinado para a região de sobrevenda.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Depois de oito pregões consecutivos em baixa, os contratos futuros de Bitcoin (BITM25), com vencimento em junho, finalmente reagiram. Encerraram a última sessão com valorização de 3,19%, aos 586.640 pontos, ensaiando uma possível recuperação. Apesar do alívio, o ativo ainda encontra obstáculos técnicos importantes pela frente.

No gráfico diário, o movimento de alta interrompe uma sequência intensa de quedas, mas não representa, por ora, uma reversão clara de tendência. O ativo permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que limita o fôlego comprador. Para que a recuperação ganhe tração, será necessário superar essas médias, rompendo a faixa de resistência em 597.140/621.945 (1). Acima desse nível, os próximos alvos estão em 638.425/652.935 (2) e 655.685/683.730 (3).

Enquanto isso, o IFR (14) está em 48,23, ainda em zona neutra, sem indicar excesso de compra ou de venda.

No campo dos suportes, o primeiro ponto de atenção está entre 584.420/564.700 (1). A perda dessa faixa pode reacender o movimento de correção, com alvos seguintes em 540.590/523.750 (2) e, mais abaixo, 504.650/462.400 (3).

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração Rodrigo Paz

Suporte e resistência

Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta segunda-feira (09).

Fonte: Nelogica. Elaboração: Bruno Nadai

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