Day Trade hoje: o que esperar dos minicontratos e do Ibovespa nesta quinta (05)

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O Ibovespa voltou a recuar na sessão desta quarta-feira (4), devolvendo parte dos ganhos da véspera e retomando o movimento de baixa. O índice fechou com queda de 0,40%, aos 137.001 pontos, após oscilar entre a mínima de 136.695 e a máxima em 138.796 pontos.

O cenário técnico segue marcado por uma tendência de alta no médio prazo — reflexo, inclusive, do recente topo histórico em 140.381 pontos —, mas com sinais claros de pressão vendedora no curto prazo. Desde esse topo, o mercado vem encontrando dificuldade para sustentar movimentos de alta, o que reforça a cautela dos investidores.

Pelo gráfico semanal, o Ibovespa mantém a estrutura de alta, negociando acima das médias de 9 e 21 períodos, com o IFR (14) em 62,30, ainda próximo da região de sobrecompra.

Para confirmar a retomada do movimento altista, será essencial romper as resistências em 138.796 e no próprio topo histórico em 140.381 pontos. Superando esses níveis, os próximos alvos ficam em 140.420, 141.740, 142.535 e até 144.550 pontos.

Por outro lado, se perder os suportes em 136.174 e 134.990 pontos, abre espaço para uma correção mais forte, mirando as regiões de 132.870 e 130.215 pontos.

No gráfico diário, o Ibovespa voltou a fechar abaixo das médias de 9 e 21 períodos, após mais uma tentativa frustrada de rompimento. O candle formado deixou uma grande sombra superior, sinalizando forte presença de vendedores.

Para que o índice volte a ganhar tração compradora, precisará superar as resistências em 137.845 e 139.540 pontos. Caso consiga, os alvos passam a ser 140.381 e 141.740 pontos.

Por outro lado, a perda dos suportes em 136.174 e 134.990 pontos pode acelerar o movimento de baixa, com possibilidade de buscar 132.870 e 130.215 pontos.

O IFR (14) no diário recuou para 52,17, região neutra, sem viés claro no momento.

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Gráfico de 60 minutos

O gráfico de 60 minutos confirma o enfraquecimento do movimento de alta. O Ibovespa voltou a trabalhar abaixo das médias de 9 e 21 períodos, mantendo o viés vendedor no intraday.

Se houver força compradora, será necessário romper a faixa de resistência em 137.210/138.315 pontos. Acima desse patamar, os alvos passam a ser 138.800, 139.165, 139.895, 140.381, 141.740 e 142.535 pontos.

Porém, se seguir no fluxo de baixa e romper o suporte em 136.695/136.174 pontos, o movimento corretivo pode ganhar força, mirando 135.875, 134.990, 134.040 e até 132.870 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Minicontratos

Os contratos futuros do mini-índice (WINM25, com vencimento em junho) encerraram a última sessão no vermelho, com queda de 0,49%, aos 137.815 pontos

Depois de ensaiar reação na terça-feira, o mini-índice voltou a recuar na última sessão, fechando abaixo das médias de 9 e 21 períodos no gráfico de 60 minutos, e mantendo o viés defensivo também no gráfico diário. No curto prazo, o comportamento do mercado estará condicionado à interação com os níveis de suporte e resistência no intraday.

Pelo gráfico de 15 minutos, o suporte imediato segue em 137.750/137.510, e será crucial para evitar novas quedas. Na ponta oposta, o rompimento da resistência em 137.625/138.490 pode recolocar o ativo em trajetória de recuperação.

No gráfico de 60 minutos, o viés também é mais pressionado. O ativo perdeu as médias curtas e agora testa pontos de suporte que, se rompidos, podem abrir espaço para quedas mais fortes.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

O contrato de minidólar (WDON25), com vencimento em julho, encerrou o pregão da última quarta-feira em baixa de 0,18%, cotado a 5.662 pontos

O viés no curtíssimo prazo permanece negativo. O minidólar trabalha abaixo das médias de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos, com suporte imediato na região de 5.658/5.646 pontos, que, se rompido, tende a acelerar as quedas. Por outro lado, uma possível reação compradora só deve ganhar força caso o preço supere a resistência em 5.672,5/5.684 pontos.

No gráfico de 60 minutos, o comportamento é semelhante: mercado pressionado, abaixo das médias, e com viés levemente baixista dentro de uma estrutura lateral.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Os contratos futuros de Bitcoin (BITM25), com vencimento em junho, encerraram a última sessão em queda de 1,05%, aos 595.240 pontos. Foi o sétimo pregão consecutivo de baixa, reflexo de um movimento de correção que se intensifica e pressiona regiões importantes de suporte.

O gráfico diário revela que o Bitcoin futuro segue pressionado pela força vendedora. O ativo rompeu as médias móveis de 9 e 21 períodos, indicando fraqueza no curto prazo. Apesar disso, a tendência de fundo ainda não foi totalmente descaracterizada, mas está ameaçada.

O indicador de força relativa (IFR 14) recuou para 50,70, operando em região de neutralidade.

Os principais suportes estão agora em 592.300/577.760 (1). A perda desse patamar abre espaço para quedas mais profundas em direção aos níveis de 564.700/540.590 (2) e 523.750/504.650 (3).

Por outro lado, para retomar o movimento de alta, será necessário superar a faixa de resistência em 608.360/621.945 (1). Acima desse patamar, o ativo pode ganhar força compradora para testar as resistências seguintes em 638.425/652.935 (2) e, posteriormente, 655.685/683.730 (3).

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração Rodrigo Paz

Suporte e resistência

Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quinta-feira (05).

Fonte: Nelogica. Elaboração: Bruno Nadai

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