O Ibovespa fechou a última sessão (06/01) novamente no campo positivo, marcando a segunda alta consecutiva e reforçando o viés comprador no curto prazo. O índice avançou 1,11%, encerrando aos 163.663 pontos, após oscilar entre a mínima de 161.869 pontos e a máxima de 164.135 pontos. Com o movimento recente, o mercado volta a se aproximar da máxima histórica em 165.035 pontos.
No gráfico diário, sigo observando o índice acima das médias de 9 e 21 períodos, o que mantém a estrutura técnica positiva. A sequência de altas sugere continuidade do movimento, desde que haja entrada consistente de fluxo comprador. Para que o Ibovespa siga avançando, será fundamental a superação da região de 164.135 pontos e, principalmente, da máxima histórica em 165.035 pontos, abrindo espaço para alvos mais ambiciosos em 165.170/167.685 pontos.
Por outro lado, um eventual enfraquecimento do movimento passa pela perda da faixa de 161.869/160.455 pontos, o que pode recolocar o índice em fluxo corretivo, com suportes em 159.700/157.300 pontos. O IFR (14), em 64,77, permanece em zona neutra, ainda sem indicar exaustão do movimento.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa encerrou a sessão acima das médias de 9 e 21 períodos. Para dar sequência à alta no curtíssimo prazo, o índice precisa superar a resistência em 163.910 pontos.
Uma vez vencida essa faixa, o caminho fica aberto para novo teste da máxima histórica em 165.035 pontos, com projeções intermediárias em 165.545/166.800 pontos.
Em sentido oposto, a perda do suporte em 163.073/161.865 pontos tende a fortalecer o fluxo vendedor, podendo levar o índice inicialmente a 160.180/159.700 pontos e, em um cenário mais estendido, à região de 159.155/158.140 pontos.

Minicontratos
O mini-índice (WING26) encerrou a última sessão (05/01) em alta de 1,05%, aos 166.200 pontos, consolidando o segundo avanço consecutivo e reforçando o viés positivo de curto prazo.
Após duas sessões seguidas de alta, sigo observando um cenário construtivo no curto prazo. Pelo gráfico de 15 minutos, o índice trabalha acima das médias, com suporte imediato em 166.040/165.725 e resistência em 166.345/166.655, faixas que devem ditar o ritmo do pregão.
No gráfico de 60 minutos, o movimento segue positivo, com o índice sustentado acima das principais médias, mas ainda dependente de rompimentos para ganhar tração.

Os contratos de minidólar (WDOG26), com vencimento em fevereiro, encerraram a última sessão (06/01) em queda de 0,73%, aos 5.409 pontos.
O minidólar segue pressionado após uma sequência de baixas. No intraday ainda oscila próximo às médias, o que pode favorecer tentativas pontuais de repique. No curto prazo, o mercado observa de perto o suporte em 5.405,5/5.397,5 pontos e a resistência em 5.416/5.420 pontos, níveis que tendem a balizar o comportamento do preço.
No gráfico de 60 minutos, o viés permanece negativo enquanto o contrato segue abaixo das médias móveis.

O contrato futuro de Bitcoin (BITF26), com vencimento em janeiro, encerrou a última sessão em queda de 1,25%, aos 507.260 pontos. O movimento representa uma correção pontual após a forte alta registrada no pregão anterior.
No gráfico diário, observo que o Bitcoin futuro devolveu parte dos ganhos recentes, em um ajuste técnico natural depois da alta expressiva da última segunda-feira (05). Ainda assim, o ativo segue negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que mantém vivo o cenário de tentativa de retomada compradora. O IFR (14) está em 50,58, em zona neutra.
Pelo lado negativo, o suporte imediato está concentrado em 497.895/484.240 pontos. A perda dessa faixa pode aprofundar o movimento corretivo, com alvos em 470.330/446.545 pontos e, em um cenário mais estendido, 408.755/385.475 pontos.
Para que o ativo volte a ganhar tração na ponta compradora, será essencial a superação da resistência em 518.560/530.725 pontos. Acima desse patamar, o mercado pode retomar o fluxo de alta e mirar 549.925/584.055 pontos, com projeção mais longa na região de 622.900/654.185 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quarta-feira (07).

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