Como o planejamento financeiro e as soluções da XP dão fôlego ao caixa da Emme Brasil

Com mais de duas décadas de experiência no setor de eventos, Malu Sevieri viu de perto os desafios de manter uma empresa viva em meio a crises — como a pandemia — e decidiu transformar a gestão financeira da Emme Brasil. CEO da companhia que organiza feiras industriais no Brasil e no exterior, Malu encontrou na XP Empresas uma aliada para tornar o caixa mais rentável e eficiente, respeitando as particularidades do seu negócio.

A aproximação de Malu com a XP começou de maneira pessoal quando teve seu filho, hoje com 6 anos, e decidiu investir em um plano de previdência privada para o menino utilizar no futuro. Mas foi durante um evento da própria XP, um tempo depois, que ela descobriu a possibilidade de abrir conta para empresas e decidiu aplicar ao CNPJ o mesmo “exercício” de guardar dinheiro e investir já aplicado ao CPF.

O desafio era claro: sua empresa, cujo fluxo de caixa varia de acordo com os ciclos dos eventos, precisava de planejamento para atravessar períodos de grande dispêndio — e até mesmo de nenhum faturamento, como ocorreu durante a pandemia.

“Trabalhamos com recebimentos mensais e tem três, quatro meses em que o pico de dispêndio é muito grande, porque temos que pagar os fornecedores todos de uma só vez. Ter esse planejamento é fundamental para a saúde financeira da empresa”, afirma a executiva.

Foi assim que, com a ajuda do time da XP Empresas, Malu estruturou uma carteira diversificada, com aplicações de curto, médio e longo prazo, adaptadas à dinâmica do setor. “Hoje, 40% dos recursos estão em investimentos pré-fixados, 30% em pós-fixados e os outros 30% em aplicações de curtíssimo prazo”, detalha. Assim, quando precisa, ela consegue fazer resgates parciais do dinheiro investido rapidamente e sem prejuízos para utilizar conforme a necessidade.

Para ela, o segredo está na disciplina, já que há momentos em que o dinheiro acaba ficando parado na conta por um tempo e, em outros, é rapidamente todo utilizado. Com o suporte da XP Empresas, o caixa da Emme Brasil ganhou resiliência e rentabilidade — e Malu, tranquilidade.

“O mais importante é ter uma economia interna da empresa que seja salutar para segurar o seu negócio por alguns giros. Eu preciso dormir à noite sabendo que, se tudo der errado, seguro a empresa por pelo menos um ano”, pontua.

Apoio ao empreendedor

Na avaliação de Vivian Sesto, Head de Ações Comerciais da XP Empresas, o diferencial da plataforma está na proposta do serviço prestado, que tem como objetivo democratizar o acesso a soluções financeiras, antes restritas apenas às grandes companhias.

“Nosso objetivo é conectar o cliente e alertá-lo sobre os riscos que ele pode estar correndo, oferecendo orientação e soluções financeiras que ajudem a proteger, dar liquidez e consequentemente rentabilizar o caixa”, observa.

A ideia é que empresas como a Emme Brasil possam transformar o caixa em um ativo estratégico, e não apenas um fundo de reserva. Por isso, a XP Empresas trabalha com uma abordagem consultiva e personalizada, independentemente do porte ou setor da companhia atendida.

Vivian explica que o foco é evitar que a empresa cliente dependa de crédito por falta de planejamento – e lembra que uma boa gestão de caixa reduz a necessidade de endividamento, que, com juros altos, pode inviabilizar o negócio.

Essa lógica se conecta diretamente com a experiência de Malu, que optou por investimentos organizados para garantir liquidez sem comprometer seu negócio.

Além disso, Vivian destaca o papel da assessoria próxima e contínua, com atendimento próximo e regionalizado. Cada cliente é acompanhado por um assessor que atua como um parceiro estratégico.

Outro ponto enfatizado pela especialista da XP Empresas é o custo de oportunidade. Segundo ela, muitas empresas deixam de rentabilizar o caixa por falta de informação ou orientação, deixando o dinheiro parado em aplicações ineficientes ou na própria conta corrente – o que acaba sendo um desperdício. “Muitas empresas lutam para crescer 5%, 6% ou 7% ao ano, enquanto poderiam fazer o caixa em reserva render perto de 15%, aproveitando a Selic elevada”, exemplifica.

Para ela, estruturar uma política de caixa eficiente é essencial não só para crescer, mas também para proteger o negócio de imprevistos — como os que Malu enfrentou na pandemia.

“A gestão é o caminho para um caixa eficiente, rentável, seguro e que proteja a empresa de riscos, imprevisibilidades ou até do acesso ao crédito. Afinal, empresas que estão mais saudáveis, ainda mais com Open Banking e Open Finance, vão conseguir tomar recursos a um preço mais interessante”, complementa Vivian.

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