Como a Arca usa as soluções da XP Empresas para rentabilizar o caixa do negócio

Fundada a partir da ressignificação de galpões industriais na Vila Leopoldina, em São Paulo, a Arca se tornou um relevante espaço de eventos na capital paulista. Ao lado da produtora MS Live, o grupo comanda produções de grande porte e já recebeu grandes nomes internacionais da música eletrônica, como Eric Prydz e seu icônico show holográfico, a festa Afterlife e o DJ holandês Armin van Buuren.

À frente do negócio, a CEO Carolina Ramos conta um pouco da estratégia financeira do grupo — o que inclui tornar o caixa mais eficiente com a ajuda das soluções da XP Empresas.

“Começamos a usar a XP para trabalhar nosso dinheiro e, principalmente, para usar recursos que acabavam ficando parados”, conta Carolina. As duas empresas do grupo — Arca e MS Live — mantêm contas na XP Empresas e utilizam assessoria para aplicar recursos que antes ficavam em bancos tradicionais, com retorno baixo. “A gente tava perdendo dinheiro com isso”, diz.

A dinâmica da produtora exige uma gestão de caixa altamente estratégica. Os ingressos vendidos antecipadamente geram entrada de capital antes do pagamento de fornecedores e artistas, criando uma janela financeira que pode ser bem aproveitada.

“São valores consideráveis que, em vez de deixar parado, deixamos trabalhando por nós”, explica a CEO. As aplicações são feitas com prazos diferentes — curto, médio e longo — para garantir liquidez e rentabilidade.

Gestão de riscos

Outra frente em que a XP Empresas tem papel importante é na gestão de riscos do negócio. “Quando eu aceito fechar um cliente internacional, eu não posso voltar atrás. O risco todo de produzir esse evento é nosso, mesmo antes de abrir venda”, diz Carolina.

Para lidar com essa incerteza, ela mantém reservas em aplicações que podem ser resgatadas conforme o calendário de produção, equilibrando previsibilidade e rentabilidade.

O contato com a XP Empresas começou no final de 2022, quando a operação das duas empresas já estava retomada após a pandemia. “A gente começou a pensar planejamento financeiro. Como é que a gente opera e como consegue trabalhar melhor o dinheiro”, explica. Desde então, a XP Empresas passou a ser o principal parceiro para aplicações financeiras do grupo.

Apesar da forte associação com a música eletrônica, a Arca também é palco de eventos corporativos e culturais, com uma carteira de clientes bem diversificada. A casa já sediou feiras como a SP Arte — a maior da América Latina — e tem entre seus clientes nomes como Google, Yahoo e Nubank.

Com a XP Empresas, o caixa também virou um ativo estratégico para o crescimento do grupo. “Eu não venho do mercado financeiro, então a ajuda dos assessores é essencial. A XP Empresas trouxe uma agilidade e uma eficiência que a gente não encontrava nos bancos tradicionais”, conclui Carolina.

Apoio ao empreendedor

Segundo Vivian Sesto, o grande diferencial da XP Empresas é a capacidade de oferecer uma gestão de caixa ativa e personalizada, isto é, alinhada à necessidade de cada setor e previsibilidade de uso de cada empresa, indo além da simples aplicação para alocação de recursos.

“Nosso objetivo é entender cada empresa, conectá-la com as melhores estratégias de alocação, para buscar uma rentabilidade desses recursos e um caixa ainda mais eficiente, que é consequência de uma boa gestão de negócio”, afirma.

Isso se traduz em suporte consultivo ativo, no qual assessores ajudam os empresários – especialmente os pequenos e médios – a entenderem os riscos financeiros que estejam expostos e a usarem instrumentos financeiros adequados para proteção e rentabilidade do caixa.

Vivian destaca que um dos grandes diferenciais da XP Empresas é oferecer muito mais que investimentos. “Nosso objetivo é ajudar a empresa a reduzir a dependência da tomada de dívidas, pois o ideal é que a necessidade de recorrer a empréstimos aconteça apenas em situações de aperto financeiro ou falta de um planejamento adequado”, explica.

Esse modelo se mostra especialmente útil em negócios como a Arca, que precisam administrar entradas e saídas financeiras com prazos distintos e muitas vezes imprevisíveis.

Um conceito fundamental que a XP Empresas conversa com seus clientes é o “custo de oportunidade”, que representa o quanto uma empresa pode deixar de ganhar ao tomar decisões financeiras inadequadas.

Segundo Vivian, esse conceito ainda é pouco explorado por pequenas e médias empresas.

“Muitas mantêm recursos parados em aplicações automáticas ou na poupança, enquanto enfrentam diversos desafios para alcançar um crescimento modesto, que muitas vezes não ultrapassa 5% ao ano. No entanto, com uma alocação de caixa mais eficiente, esse mesmo capital poderia render cerca de 15% ao ano, considerando a taxa Selic atual, que é o principal referencial de juros da economia brasileira e serve como base para diversas aplicações financeiras. Essa comparação evidencia o quanto o dinheiro parado pode estar deixando de render, impactando diretamente o potencial de crescimento do negócio”, explica.

Essa abordagem explica a decisão da Arca de diversificar seus investimentos, evitando deixar recursos ociosos entre eventos.

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