Autoridades internacionais se manifestaram após os EUA capturarem o presidente do país, Nicolás Maduro, e a primeira-dama, Cilia Flores.
O presidente da Argentina, Javier Milei, comemorou o bombardeio. “A liberdade avança. Viva a liberdade”, disse no X (Twitter).
Na Europa, o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, disse que “está acompanhando a situação na Venezuela em articulação com o Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros”.
A Espanha solicitou “respeito ao direito internacional” e o freio do conflito. Já Alemanha e Itália confirmaram que equipes acompanham a situação de cidadãos europeus que vivem em Caracas, capital venezuelana.
Já a principal diplomata da União Europeia, Kaja Kallas, chefe de política externa do bloco, disse que conversou com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio sobre os ataques.
Ela disse no X que Maduro “carece de legitimidade” e cobrou “moderação”. Em publicação, ela afirmou que Maduro “carece de legitimidade” e cobrou “moderação”.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou o ataque dos Estados Unidos. “Na situação atual, é crucial, acima de tudo, evitar uma escalada ainda maior e concentrar esforços em encontrar uma saída (para a situação) por meio do diálogo”, diz o comunicado, que também nomeou a intervenção americana como “ato de agressão armada”.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse por meio de sua conta no X que o governo colombiano observa com “profunda preocupação”, os relatos sobre explosões e atividade aérea incomum na Venezuela. Mais cedo, ele havia publicado que Caracas estava sendo bombardeada e que a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a ONU deveriam “se reunir imediatamente”.
Também pelo X, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, denunciou o ataque e pediu uma reação “urgente” da comunidade internacional. “Cuba denuncia e exige uma reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela. Nossa Zona de Paz está sendo brutalmente atacada. Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a nossa América”, afirmou no X.
O ex-presidente da Bolívia Evo Morales também se pronunciou pela rede social repudiando o bombardeio americano contra a Venezuela afirmando que o ataque “é uma brutal agressão imperial que viola” a soberania venezuelana.
(com Estadão Conteúdo)
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