Ibovespa hoje
- Ibovespa oscila aos 162 mil pontos, dólar comercial oscila a R$ 5,38 e juros futuros avançam.
- Produção industrial no Brasil fica estável em novembro, diz IBGE.
- IGP-DI fica praticamente estável em dezembro, com 0,10%.
- Alphabet ultrapassa Apple e assume posto de 2ª empresa mais valiosa dos EUA.
Confira as últimas dos mercados
Ações de Axia ampliam ganhos; AXIA3 sobe 2,57% e AXIA6 avança 2,31%
Siderúrgicas começam dia em queda; GOAU4 recua 1,29%, CSNA3 perde 1,12%, USIM5 cai 0,62% e GGBR4 perde 0,61%
Ibovespa começa dia sem direção, aos 162 mil pontos
O Ibovespa opera sem força nesta quinta-feira (8), aos 162 mil pontos, com investidores monitorando de perto o agravamento das tensões geopolíticas enquanto aguardam dados dos Estados Unidos para obter clareza sobre a política monetária do país. Sobem os grandes bancos e as ações de Petrobras (PETR4), enquanto Vale (VALE3) cai mais de 1% com a baixa do minério de ferro. O dólar comercial oscila a R$ 5,38. A captura de dois petroleiros ligados à Venezuela no Atlântico coincidiu com a notícia de que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, irá se reunir com líderes da Dinamarca para discutir a Groenlândia na próxima semana. Ao mesmo tempo, foram divulgados alguns dados econômicos mistos nos EUA, mostrando que o mercado de trabalho do país parece estar preso em um estado de “não contratar, não demitir” enquanto a atividade do setor de serviços acelerou inesperadamente em dezembro, sugerindo que a economia terminou 2025 em uma base sólida. Investidores estão de olho agora nos pedidos semanais de auxílio-desemprego que serão divulgados nesta quinta, e no relatório de empregos fora do setor agrícola na sexta-feira, que pode trazer mais clareza sobre a perspectiva de juros do Federal Reserve. Na pauta nacional, a produção industrial no Brasil ficou estável em novembro, segundo o IBGE. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de cerimônia em defesa da democracia, para relembrar os ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. O Banco Master também segue no radar, depois que o presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo, afirmou à Reuters na quarta que uma eventual reversão da liquidação do Banco Master não caberia à corte de contas, mas sim ao STF. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro cai 0,32%, Nasdaq Futuro recua 0,20% e o S&P 500 Futuro tem queda de 0,35%. (Felipe Alves)
Varejistas nesta abertura: LREN3, -0,30%; MGLU3, estável; ASAI3, -0,27%; PCAR3, +0,50%; VIVA3, -0,87%
PETR4 vira para queda, com 0,07%; PETR3 segue em alta, mas com 0,22%
B3 (B3SA3) inicia pregão com alta de 0,49%, a R$ 14,35
Ibovespa sai dos leilões com alta de 0,15%, aos 162.219,42 pontos
Petro juniores em baixa nesta abertura: PRIO3, -0,44%; RECV3, -0,36%; BRAV3, -0,37%
Frigoríficos iniciam a quinta-feira no vermelho: BEEF3 desce 0,19% e MBRF3 recua 1,07%
Braskem (BRKM5) começa dia com baixa de 0,77%, a R$ 7,70
Hapvida (HAPV3) começa sessão com mais 0,50%, a R$ 16,25
Axia Energia começa sessão com altas amplas: AXIA3 sobe 1,03% e AXIA6 avança 1,06%
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,3808 e venda a R$ 5,3814
Embraer (EMBJ3) começa dia com ganho de 0,71%, a R$ 94,59
Grandes bancos abrem sessão com altas: BBAS3, +0,14%; BBDC4, +0,11%; ITUB4, +0,41%; SANB11, +0,87%
Petrobras inicia dia com altas de 0,45% (PETR3) e 0,30% (PETR4)
Vale (VALE3) abre dia com baixa ampla de 1,17%, a R$ 75,43
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com queda de 0,01%, aos 2.318,50 pontos
Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,02%, aos 161.944,12 pontos
Ibovespa futuro avança 0,22%, aos 164.455 pontos
Violência lidera preocupação dos brasileiros às vésperas do ano eleitoral, diz Ipsos
Levantamento mostra segurança pública no topo das inquietações no país e reforça pressão sobre o debate político em 2026.
ADRs PBRA e PBR da Petrobras avançam, respectivamente, 0,45%, a US$ 11,07, e 0,26%, a US$ 11,57 no pré-mercado
Ibovespa futuro amplia ganhos, com +0,22%, aos 164.420 pontos
ADRs da Vale caem 1,33%, a US$ 14,07, no pré-mercado
Rubio planeja reunião com Dinamarca na próxima semana para discutir Groenlândia
“Trump não é o primeiro presidente dos EUA que examinou ou considerou como poderíamos adquirir a Groenlândia”, disse na quarta-feira, 7.
Produção industrial em novembro: resultado reforça tendência de desaceleração do setor, diz economista
André Valério, economista-sênior do Inter, diz que a produção industrial registrou variação nula em novembro, levemente abaixo da expectativa de alta de 0,1%. Em relação a novembro de 2024, houve recuo de 1,2%. O acumulado do ano é de 0,6% e, nos últimos 12 meses, é de 0,7%, mantendo tendência de desaceleração em ambas as métricas. “O setor industrial sofre de um problema duplo, a elevada taxa de juros e o tarifaço americano, que mesmo com diversos recuos, ainda mantém a sobretaxa de 50% em boa parte da produção industrial exportada aos EUA. Com isso, vemos a confiança do setor em baixa, com expectativas pessimistas para 2026”. O economista espera que o setor apresente leve recuperação em dezembro e termine 2025 com alta acumulada de 0,7%.
Dólar comercial renova máxima, com +0,16%, a R$ 5,395
Índice EWZ cai 0,06% na pré-abertura dos EUA
Anec prevê aumento das exportações de soja do Brasil em janeiro
As exportações brasileiras de soja devem atingir 2,40 milhões de toneladas em janeiro, mais do que dobrando em relação ao volume de 1,12 milhão de toneladas registrado no mesmo mês do ano passado, segundo estimativa divulgada nesta quinta-feira pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). Para o milho, a expectativa é de que os embarques deste mês somem 2,85 milhões de toneladas, abaixo das 3,19 milhões de toneladas observadas em janeiro de 2025. Já as exportações de farelo de soja do Brasil devem alcançar 1,64 milhão de toneladas no primeiro mês de 2026, praticamente o mesmo volume registrado um ano antes.
Ibovespa futuro avança 0,10%, aos 164.265 pontos
IA aumentará demanda de cobre em 50% até 2040, mas mais minas serão necessárias
IA aumentará demanda de cobre em 50% até 2040, mas mais minas serão necessárias, diz S&P.
DIs: juros futuro avançam por toda a curva
| Valor (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,695 | 0,073 |
| DI1F28 | 13,005 | 0,193 |
| DI1F29 | 13,020 | 0,231 |
| DI1F31 | 13,365 | 0,225 |
| DI1F32 | 13,485 | 0,260 |
| DI1F33 | 13,540 | 0,185 |
| DI1F34 | 13,565 | 0,259 |
| DI1F35 | 13,580 | 0,184 |
México: índice de preços ao consumidor em dezembro sobe 3,69% em comparação ao mesmo mês de 2024, abaixo da expectativa de 3,80%
Dólar comercial abre em alta de 0,16%, cotado a R$ 5,394 na compra e a R$ 5,395 na venda
Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) abre dia com baixa de 0,16%, aos 163.870 pontos
México: índice de preços ao consumidor em dezembro sobe 0,28% em comparação com o mês anterior, abaixo da expectativa de 0,40% e do 0,66% de novembro
Ibovespa futuro vira para queda de 0,05%, aos 164.020 pontos
Produção industrial no Brasil fica estável em novembro, diz IBGE
A produção industrial brasileira registrou estabilidade em novembro na comparação com o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção caiu 1,2%. As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de alta de 0,2% na variação mensal e de queda de 0,1% na base anual.
Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG26) começa o dia com alta de 0,06%, cotado a 5.424,50
Dólar futuro abre em alta de 0,01%, cotado aos 5.421,50 pontos
Ibovespa futuro abre em alta de 0,01%, cotado aos 164.110 pontos
Preços dos combustíveis no Brasil seguem acima da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 80 dias diminuição dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 248 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): +6%, ou +R$ 0,20 (ontem: +5% ou +R$ 0,17)
- Gasolina A (média nacional): +13%, ou +R$ 0,36 (ontem: +13% ou +R$ 0,34)
Presidente interina da Venezuela diz que país está aberto a relações no setor de energia em que todas partes se beneficiem
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse na noite de quarta-feira que seu país está aberto a relações no setor de energia em que todas as partes se beneficiem, depois que a Casa Branca disse que estava trabalhando em um acordo de petróleo com o país sul-americano. “A Venezuela está aberta a relações energéticas em que todas as partes se beneficiem”, disse Rodríguez em uma reunião com a liderança da assembleia nacional do país.
Light Energia tem aval do Cade para compra de comercializadora varejista
A Light Energia obteve aval da superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para aquisição da comercializadora de energia Tempo, conforme despacho publicado nesta quinta-feira no Diário Oficial da União. Segundo informações apresentadas pelas empresas ao Cade, a Tempo é uma comercializadora independente não operacional e que possui licença para atuar no segmento varejista do setor elétrico, isto é, vendendo energia para consumidores de pequeno porte no mercado livre. De acordo com a notificação ao órgão antitruste, a operação representa, para a Light, “oportunidade para aumentar sua eficiência operacional e competitividade no setor elétrico”.
EUA têm protestos após mulher ser morta por agente de imigração em Minnesota
No protesto, políticos locais estiveram presentes e alertaram a multidão para permanecer em “alerta máximo” diante de possíveis batidas do ICE.
BoJ prevê continuidade dos aumentos salariais, mas alerta para tensão na China
Por enquanto, o Banco do Japão considerou que a economia está a caminho de uma recuperação moderada.
Minério de ferro recua após quatro dias de alta com realização de lucros por investidores
Os contratos futuros do minério de ferro recuaram nesta quinta-feira, após quatro sessões de alta, com investidores realizando lucros devido a temores de uma possível intervenção para controle de preços pelo governo da China conforme as cotações se aproximam do nível-chave de US$110 por tonelada. O contrato de maio de minério de ferro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China DCIOcv1 encerrou a sessão do dia com queda de 0,37%, a 813 iuanes (US$116,42) por tonelada, depois de atingir 831,5 iuanes no início da sessão, o maior valor desde 22 de julho de 2025. O minério de ferro de referência de fevereiro SZZFG6 na Bolsa de Cingapura caiu 1,05%, para US$107,9 a tonelada, depois de atingir o valor mais alto desde 30 de setembro de 2024, a US$109,4. A alta dos preços foi estimulada pela esperança de aumento da demanda na China, principal mercado consumidor de minério de ferro, depois que o banco central do país se comprometeu a afrouxar a política monetária. Entretanto, o aumento acentuado dos preços deixou os investidores cautelosos em meio a temores de que Pequim pudesse intervir para controlar os preços, como fez em 2023. Algumas usinas siderúrgicas também deixaram de comprar cargas em meio aos preços mais altos, disseram analistas. (Reuters)
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para janeiro está em 86%
| 28/01 | 18/03 | |
| 3,75%-3,50% | 86,2% | 55,7% |
| 3,50%-3,25% | 13,8% | 39,4% |
| 3,25%-3,00% | – | 4,9% |
B3 alerta EspaçoLaser sobre ações abaixo de R$ 1 e impõe prazo para reenquadramento
Reenquadramento do valor de cotação das ações deve ocorrer até 18 de março de 2026.
Expectativas do consumidor da zona do euro para inflação se mantêm estáveis
Os consumidores da zona do euro mantiveram suas expectativas de inflação em novembro, prevendo uma desaceleração constante no aumento dos preços em direção à meta de 2% do Banco Central Europeu nos próximos anos, segundo uma pesquisa do BCE divulgada nesta quinta-feira. A inflação oscilou em torno de 2% na maior parte do ano passado e novos dados divulgados na quarta-feira colocam a alta dos preços em 2% em dezembro, já que a queda dos custos de energia compensou o aumento dos serviços. Os consumidores de todo o bloco monetário perceberam que a inflação está um pouco mais alta – 3,1% em novembro – mas a viram em 2,8% no ano, 2,5% três anos à frente e 2,2% daqui a cinco anos, informou o BCE, com base em uma pesquisa com 19.000 adultos em 11 países da zona do euro. A inflação, controlada pelos aumentos dos juros do BCE em 2022 e 2023, não tem sido um problema nos últimos meses e o aumento dos preços poderá ser ainda mais baixo, devido à queda dos preços do petróleo e do gás. Entretanto, é improvável que o BCE afrouxe a política monetária por enquanto para impedir que a inflação fique muito baixa, já que as projeções preveem uma recuperação mais tarde, em parte devido ao crescimento econômico estável.
Motta e Alcolumbre avaliam ter apoio para derrubar veto de Lula ao PL da dosimetria
Banco do Japão prevê a continuidade dos aumentos salariais, mas tensão na China atrapalha perspectivas
O Banco do Japão disse nesta quinta-feira que as economias regionais do país estão se recuperando gradualmente e que muitas empresas veem a necessidade de continuar aumentando os salários, sinalizando otimismo em relação às perspectivas, o que pode justificar o aumento da taxa de juros. A escalada das tensões com a China, entretanto, pode surgir como um novo risco para a frágil economia japonesa, com algumas autoridades do banco central dizendo que o impacto – embora limitado até o momento – pode começar a se espalhar. “Não ouvimos falar de nenhum dano grave até o momento. Mas uma ampla gama de fabricantes e não fabricantes dizem que o impacto pode aparecer no futuro”, disse Hiroshi Kamiguchi, chefe da filial do banco central em Nagoya, em uma coletiva de imprensa. “O Japão e a China têm laços estreitos na cadeia de oferta, de modo que algumas empresas consideram que o impacto das restrições de exportação da China pode afetar seus negócios”, disse Kamiguchi.
Lula decide vetar projeto de lei da dosimetria nesta quinta
Auxiliares do presidente falam que tendência é que assinatura do veto seja durante ato do 8/1 no Planalto.
Itália quer gatilho de salvaguarda de 5% em acordo com Mercosul, afirma ministro
A Itália quer um limite mais rigoroso para a suspensão das importações no âmbito do acordo comercial previsto com o Mercosul, afirmou o ministro da Agricultura italiano em entrevista publicada nesta quinta-feira, antes da votação da UE sobre o tratado, na qual a posição de Roma poderá ser decisiva. Francesco Lollobrigida disse ao jornal financeiro Il Sole 24 Ore que Roma estava pressionando para reduzir de 8% para 5% o ponto em que as cláusulas de salvaguarda seriam acionadas. De acordo com o mecanismo, o acordo seria suspenso se as importações da América Latina ultrapassassem esse limite ou se os preços agrícolas europeus caíssem mais do que o mesmo valor. “Queremos que esse limite de 8% seja reduzido para 5%. E acreditamos que existem condições para alcançar esse resultado”, disse Lollobrigida. Ele também disse que os diplomatas italianos estavam realizando verificações técnicas e políticas finais após receberem garantias iniciais sobre a reciprocidade em matéria de segurança alimentar, uma questão há muito levantada por Roma. A Itália quer garantir que os produtos agrícolas importados para a UE cumpram as mesmas normas exigidas aos produtores da UE.
TCU não pode reverter liquidação do Banco Master, diz presidente do órgão
Vital do Rêgo admite limitação da atribuição da Corte de Contas. Ministro Jhonatan de Jesus deve suspender inspeção in loco no Banco Central sobre o caso.
Barris de petróleo sobem 1% e minério de ferro recua
Os preços do petróleo sobem à medida que os investidores analisavam novas medidas dos EUA para exercer controle sobre a Venezuela, incluindo um plano para gerir indefinidamente as futuras vendas de petróleo bruto e a apreensão de mais dois petroleiros sancionados. As cotações do minério de ferro na China fecharam em queda, interrompendo uma sequência de quatro altas, com investidores realizando lucros devido a temores de uma possível intervenção do governo chinês.
- Petróleo WTI, +1,25%, a US$ 56,69 o barril
- Petróleo Brent, +1,15%, a US$ 60,65 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,37%, a 813 iuanes (US$ 116,19)
Bolsas da Europa têm perdas em meio a tensão geopolítica
Os mercados europeus operam em baixa, com o aumento dos temores devido à ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de anexar a Groenlândia, um território autônomo da Dinamarca. A atenção do mercado está se voltando para as intenções de Trump em relação à Groenlândia, após a operação militar dos EUA que levou à captura e prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro.
- STOXX 600: -0,37%
- DAX (Alemanha): -0,12%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,26%
- CAC 40 (França): -0,22%
- FTSE MIB (Itália): -0,20%
Bolsas da Ásia fecham dia em queda
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em baixa, após o fechamento de Wall Street em baixa, em meio ao aumento das tensões geopolíticas e às declarações do presidente dos EUA, Donald Trump. As ações do setor de defesa dos EUA caíram depois que Trump disse que “não permitirá” que as empresas de defesa distribuam dividendos ou recomprem ações até que atendam às suas queixas sobre o setor, incluindo pacotes de remuneração de executivos e problemas de produção.
- Shanghai SE (China), -0,07%
- Nikkei (Japão): -1,63%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -1,17%
- Nifty 50 (Índia): -0,86%
- ASX 200 (Austrália): +0,29%
EUA: índices futuros recuam juntos à espera de dados de emprego
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta quinta-feira (8), com todas as atenções voltadas para o relatório de empregos não agrícolas (payroll) dos EUA, que será divulgado na sexta-feira, depois que a série de dados do mercado de trabalho de quarta-feira pouco alterou as expectativas em relação às taxas de juros do Federal Reserve (Fed). Os membros do Fed afirmaram que o emprego é o ponto central na hora de decidir o que fazer com os juros, e os investidores atualmente preveem dois cortes nas taxas este ano. O payroll deverá mostrar uma queda na taxa de desemprego para 4,5% no mês passado, ante 4,6% em novembro, o que, teoricamente, apoiaria a ideia de que as taxas não precisam cair drasticamente.
- Dow Jones Futuro: -0,31%
- S&P 500 Futuro: -0,22%
- Nasdaq Futuro: -0,31%
Abertura de mercados
Investidores continuam acompanhando de perto o agravamento das tensões geopolíticas enquanto aguardam dados dos Estados Unidos para obter clareza sobre a política monetária do país. A captura de dois petroleiros ligados à Venezuela no Atlântico coincidiu com a notícia de que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, irá se reunir com líderes da Dinamarca para discutir a Groenlândia na próxima semana. Ao mesmo tempo, foram divulgados alguns dados econômicos mistos nos EUA, mostrando que o mercado de trabalho do país parece estar preso em um estado de “não contratar, não demitir” enquanto a atividade do setor de serviços acelerou inesperadamente em dezembro, sugerindo que a economia terminou 2025 em uma base sólida. Investidores estão de olho agora nos pedidos semanais de auxílio-desemprego que serão divulgados nesta quinta, e no relatório de empregos fora do setor agrícola na sexta-feira, que pode trazer mais clareza sobre a perspectiva de juros do Federal Reserve. Na pauta nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de cerimônia em defesa da democracia, para relembrar os ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. O Banco Master também segue no radar, depois que o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo, afirmou à Reuters na quarta que uma eventual reversão da liquidação do Banco Master não caberia à corte de contas, mas sim ao Supremo Tribunal Federal (STF). (Reuters)
IGP-DI fica praticamente estável em dezembro, com 0,10%
O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) sobe 0,10% em dezembro. No mês de novembro, a taxa foi de 0,01%. De janeiro a dezembro de 2025, o índice acumulou queda de 1,20%. Em dezembro de 2024, o IGP-DI havia registrado alta de 0,87% e acumulava alta de 6,86% em 12 meses.
Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista
Investidores em Wall Street encerraram o dia com preocupações em torno dos movimentos geopolíticos, especialmente com impactos no petróleo. “A falta de movimentos significativos no preço do barril de petróleo bruto é um voto de confiança de que ainda estamos longe de uma situação de escassez em termos de oferta e demanda”, disse à CNBC Keith Buchanan, gestor sênior de portfólio da Globalt Investments. “Há um risco significativo de excesso de oferta, mas o que aconteceu na América do Sul não alterou a perspectiva de crescimento nos EUA do ponto de vista do mercado de ações”, acrescentou Buchanan. “Acho que há certa complacência por se levar em conta os riscos geopolíticos gerais que estão aumentando mas não sentimos que o que está acontecendo na Venezuela tenha influenciado esse cenário, para cima ou para baixo, embora ainda acho que estamos em um barril de pólvora”.
- Dow Jones: -0,96%
- S&P 500: -0,34%
- Nasdaq: +0,16%
Dólar comercial fechou ontem com alta de 0,12%
O dólar voltou a subir diante do real, após duas baixas seguidas. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,10%, aos 98,68 pontos.
- Venda: R$ 5,386
- Compra: R$ 5,385
- Mínima: R$ 5,369
- Máxima: R$ 5,401
Ibovespa fechou com baixa de 1,03%, aos 161.975,24 pontos
- Máxima: 163.660,52
- Mínima: 161.745,83
- Diferença para a abertura: -1.685,28 pontos
- Volume: R$ 25,30 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (5): +0,83%
- Terça-feira (6): +1,11%
- Quarta-feira (7): -1,03%
- Semana: +0,91%
- Janeiro: +0,55%
- 1T26: +0,55%
- 2026: +0,55%
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