O fundo imobiliário Vinci Logística (VILG11) definiu para 2026 um guidance de dividendos anualizado entre R$ 0,80 e R$ 0,87 por cota.
O último dividendo anunciado foi de R$ 0,72 por cota, pago em dezembro, com data-com em 28 de novembro e pagamento em 12 de dezembro.
A estratégia da gestão é manter previsibilidade na distribuição de rendimentos, mesmo em um cenário que pode incluir ganhos extraordinários de capital com a venda de ativos.
“O objetivo é chegar ao fim do ciclo de ganhos extraordinários sem precisar reduzir o patamar de distribuição”, afirma Matheus Canale, responsável pela gestão do VILG11 ao Liga de FIIs.
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Vinci enxerga espaços para revisões de aluguel
O VILG11 ainda enxerga espaço para crescimento do resultado recorrente via revisionais e renovações contratuais ao longo dos próximos anos.
Dois ativos concentram as maiores oportunidades nesse sentido: o Castelo 57, em São Paulo, e o Caxias Park, no Rio de Janeiro. Juntos, esses empreendimentos respondem por cerca de 20% da receita total do fundo.
No Castelo 57, a gestão já conduz negociações com inquilinos visando aumentos reais de aluguel, com expectativa de divulgação de avanços nos próximos relatórios gerenciais.
Já no Caxias Park, contratos firmados após a saída da L’Oréal, entre 2024 e início de 2025, abrem espaço para revisionais a partir de 2027.
Outros ativos também apresentam potencial de captura futura, como o imóvel de Cachoeirinha (RS), locado para a Solística.
Embora o contrato seja atípico — o que impede revisões no curto prazo —, a gestão avalia que o aluguel está significativamente abaixo do valor de mercado atual.
Quando o contrato vencer, a expectativa é de uma correção, refletindo a valorização da região ao longo dos últimos anos.
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