O Ibovespa encerrou a última sessão no campo negativo, com leve baixa de 0,09%, aos 138.716 pontos, após registrar mínima em 138.443 pontos e máxima em 139.160 pontos. O principal índice da Bolsa brasileira segue, em 2025, em tendência de alta, com a formação de topos e fundos ascendentes no gráfico diário.
No gráfico semanal, o Ibovespa mantém a trajetória altista, negociado acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. O IFR (14) está em 64,13, próximo da região de sobrecompra, o que reforça a necessidade de monitoramento dos níveis de resistência e suporte imediato.
Para dar continuidade ao movimento de alta, será fundamental superar o topo anterior, que marca a máxima histórica nos 140.381 pontos. O rompimento dessa faixa poderá intensificar o fluxo comprador, com alvos projetados inicialmente em 145.280/147.340 pontos.
Por outro lado, atenção redobrada para a região de bipolaridade em 136.000/134.120 pontos. Caso o índice rompa e feche abaixo desse patamar, poderá iniciar uma correção mais intensa, com primeiro objetivo nos 131.635 pontos, onde passa a média móvel de 21 períodos.
No gráfico diário, o Ibovespa formou um candle doji, sinalizando indecisão entre compradores e vendedores, embora o índice siga acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. O IFR (14) está em 58,50, indicando zona neutra.
Para confirmar a continuidade da alta no curto prazo, será necessário romper a resistência em 139.420/140.381 pontos. Caso supere essa faixa, os alvos projetados ficam em 141.175/142.780 pontos, com alvo mais longo em 144.800 pontos.
Na defesa, o suporte relevante está entre 136.140/135.000 pontos. Uma perda dessa região pode abrir espaço para correção até a bipolaridade dos 132.990 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico intraday de 60 minutos, o Ibovespa rompeu e fechou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos e também da LTA do canal de alta, o que pode sinalizar alteração no comportamento e favorecer movimento de correção.
O índice encontra resistências imediatas em 139.160/139.420 pontos e suporte em 138.290/138.000 pontos, além da importante média móvel de 200 períodos em 137.875 pontos — faixa que poderá atuar como suporte relevante no curto prazo.
Para manter o viés altista, será necessário superar a resistência em 139.160/139.420 pontos, o que poderá gerar um fluxo comprador em direção a 140.000/140.381 pontos, com alvos projetados em 140.890 e 141.660 pontos.
Por outro lado, a perda do suporte em 138.290/138.000 pontos poderá acionar um pivô de baixa, levando o índice a testar níveis mais baixos em 137.360/136.640 pontos, com alvo mais longo em 136.145/135.620 pontos.

Minicontratos
Os contratos do mini-índice (WINQ25), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão com leve alta de 0,04%, cotados a 141.655 pontos, após um pregão marcado por lateralização e teste de importantes regiões de suporte e resistência.
No curtíssimo prazo, o gráfico de 15 minutos mostra o ativo acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, com estrutura que pode retomar o movimento de alta. Para isso, será necessário o rompimento da faixa de 142.000/142.340 pontos. Já abaixo do 141.050/140.700 pontos, o fluxo vendedor pode voltar a ganhar força, pressionando o mini-índice em direção aos suportes inferiores.
No gráfico de 60 minutos, o fechamento acima das médias curtas reforça viés positivo, mas o ativo ainda encontra dificuldade para superar a resistência dos 142.000 pontos, nível que será decisivo para o direcionamento do pregão.

Os contratos do minidólar (WDON25), com vencimento em julho, encerraram a sessão de quarta-feira em baixa de 0,21%, cotados a 5.496 pontos, em mais um pregão de pressão vendedora que manteve o ativo na região dos fundos recentes.
O minidólar segue em movimento de consolidação no curtíssimo prazo, com o gráfico de 15 minutos apontando necessidade de rompimento da faixa dos 5.516,5/5.524 pontos para retomar o movimento de alta. Já abaixo dos 5.485/5.480 pontos, o fluxo vendedor pode ganhar força e abrir espaço para novas quedas.
No gráfico de 60 minutos, o fechamento abaixo das médias curtas reforça o viés de baixa, com expectativa de teste na região de suporte entre 5.485/5.480 pontos.

Os contratos de Bitcoin futuro (BITM25), com vencimento em junho, encerraram a última sessão no campo negativo, registrando leve baixa de 0,01%, aos 576.200 pontos. O ativo segue pressionado no curto prazo, em meio à perda de força compradora e teste de regiões importantes de suporte e resistência.
No gráfico diário, o futuro de Bitcoin permanece negociado abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que mantém o viés de baixa no curto prazo. O índice de força relativa (IFR 14) está em 44,28, apontando para uma zona neutra, sem sinal claro de sobrecompra ou sobrevenda.
Para que o movimento de baixa se intensifique, será necessário o rompimento do suporte em 563.840/555.760 pontos. A perda dessa faixa pode destravar fluxo vendedor mais forte, com alvos projetados nos suportes seguintes em 522.560/500.020 pontos, e, em um cenário mais acentuado, em 475.600/460.580 pontos.
Por outro lado, para retomar o movimento de alta, o Bitcoin futuro precisará superar a resistência em 607.540/620.600 pontos. O rompimento poderá abrir caminho para testes na faixa de 641.060/660.060 pontos, com alvos mais longos entre 680.740/706.620 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta sexta-feira (20).

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