Mini-índice (WINM25): confira os pontos de suporte e resistência nesta quinta (12)

Nesta quarta-feira, 11 de junho, o Ibovespa encerrou os negócios com alta de 0,51%, aos 137.128 pontos, impulsionado pelos ganhos das ações da Petrobras, que subiram cerca de 3,3%, e pelos bancos, com destaque para o desempenho de Santander e Itaú. O índice voltou a se aproximar da máxima intraday de 137.531 pontos registradas mais cedo. No cenário externo, o CPI dos EUA veio mais fraco em maio (alta de 0,1%), aliviando as pressões inflacionárias e sustentando o apetite global por risco, especialmente com o renascimento de esperanças em relação às negociações entre EUA e China. Já o câmbio, em movimentação inversa ao dólar em Nova York, se fortaleceu junto às bolsas emergentes .

Para os traders de mini-índice, o momento técnico se mostra promissor, mas exige disciplina operacional. A confirmação de rompimento com pressão de volume deve ser monitorada de perto, assim como a reação ao CPI americano e ao noticiário sobre tarifas EUA-China, que continuam como principais catalisadores externos.

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Os contratos do mini-índice (WINM25), com vencimento em junho, encerraram a sessão de quarta-feira com leve valorização de 0,23%, aos 137.320 pontos, confirmando o segundo pregão consecutivo de alta. 

Análise do gráfico de 15 minutos

A leitura gráfica de curtíssimo prazo indica um movimento técnico de recuperação em andamento. Com o fechamento positivo, o mini-índice começa a consolidar uma estrutura de reversão no intraday, mas para que esse movimento ganhe robustez, será necessário romper a resistência em 137.440/137.940 (1). Caso esse rompimento se concretize, os próximos alvos projetados são 138.250/138.575 (2), com alvo mais longo em 138.840/139.285 (3).

Por outro lado, caso o ativo perca o suporte em 137.275/136.900 (1), o fluxo vendedor poderá se intensificar. Nesse cenário, os alvos seguintes passam a ser 136.495/136.180 (2) e, numa extensão maior, 135.895/135.475 (3).

O gráfico diário, o mini-índice segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que ainda sugere uma tendência mais fragilizada no médio prazo. Na última sessão, o ativo chegou a testar a média de 200 períodos, onde encontrou fluxo comprador, o que reforça essa faixa como importante zona de suporte técnico.

Para reverter a tendência e confirmar uma retomada de alta, será necessário romper a região entre 137.490/137.940, mirando em seguida os 138.800/139.570. Já na ponta vendedora, se perder a média de 200 períodos, hoje em 135.675, o índice pode acelerar em direção ao suporte de 134.520.

O IFR (14) marca 48,66, reforçando a neutralidade do atual momento técnico.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Saiba mais:

WINM25: Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, o viés comprador é mais evidente. O mini-índice fechou a sessão acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que favorece a continuidade do movimento de alta iniciado nos últimos dois pregões. Para manter essa estrutura, o mercado precisa de entrada de volume que leve ao rompimento da resistência entre 137.940/138.250 (1).

Se isso ocorrer, o próximo objetivo se desloca para 138.575/138.775 (2) e, posteriormente, 140.110/140.600 (3) — região que marca topos anteriores e pode representar forte barreira técnica.

Na contramão, a perda do suporte em 137.100/136.180 (1) poderá provocar nova onda vendedora. Caso esse patamar ceda, os próximos níveis de suporte estão em 135.200/134.520 (2) e, em uma projeção mais longa, em 134.110/133.335 (3).

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

Guias de análise técnica:

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