Ibovespa hoje
- Ibovespa cai aos 139,4 mil pontos, após atingir recorde de 140 mil pontos ontem. Dólar comercial oscila a R$ 5,66 e juros futuros avançam.
- Dólar acumula queda de 10% no ano e análise aponta continuidade do movimento de baixa.
- Perspectiva econômica dos EUA segue fraca apesar de trégua comercial com a China, diz pesquisa da Reuters.
Confira as últimas dos mercados
Perspectiva econômica dos EUA segue fraca apesar de trégua comercial com a China
Treasuries nos EUA sobem por toda a curva
Confira os vencimentos mais observados:
- Título de 2 anos: +0,037 pp, a 4,007%
- Título de 5 anos: +0,048 pp, a 4,114%
- Título de 10 anos: +0,050 pp, a 4,531%
- Título de 20 anos: +0,049 pp, a 5,039%
VIX: índice de volatilidade nos EUA, conhecido como “índice do medo”, sobe 4,48%, aos 18,90 pontos
Mais uma mínima: Ibovespa cai 0,54%, aos 139.350,66 pontos
Varejistas têm 1T25 melhor do que o esperado e com bons sinais: quais foram destaque?
Contudo, ainda com a indicação de uma certa cautela das companhias para a segunda metade do ano.
VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira sobe 2,48%, aos 15,28 pontos
Ibov renova mínima, com -0,48%, aos 139.432,76 pontos
Principais índices em Nova York abrem dia com baixas
Investidores em Wall Street aumentaram a preocupação com a saúde econômica dos EUA, após outra alta nos rendimentos dos títulos do Tesouro, enquanto monitoram o progresso de um novo projeto de lei orçamentária dos EUA. O temor é que as propostas de cortes de impostos possam agravar o déficit do país. E ainda existem as incertezas comerciais, já que os acordos com outros países simplesmente não andam. “A recuperação do mercado de ações no último mês foi extraordinária, tanto em termos de velocidade quanto de escala”, disse à CNBC Kristian Kerr, chefe de estratégia macroeconômica da LPL Financial. “Embora possa ser tentador interpretar esta forte alta como um sinal definitivo de que os riscos diminuíram, a realidade é que ainda há muita incerteza”.
- Dow Jones: -0,87%
- S&P 500: -0,66%
- Nasdaq: -0,74%
Centeno diz que cortes na taxa de juros pelo BCE para abaixo do nível neutro podem ser necessários
O Banco Central Europeu pode precisar cortar sua taxa de juros para abaixo do nível neutro de 1,5% a 2% a fim de evitar que a inflação caia abaixo da meta de 2% em um cenário econômico frágil, disse o membro do banco Mário Centeno em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira. “Não podemos correr o risco de ter uma política monetária que coloque a taxa de inflação abaixo da meta de 2%”, disse ele após apresentar o relatório de estabilidade financeira do banco central de Portugal. A taxa de juros do BCE, “para poder manter a inflação na meta de 2%, pode ter de ficar abaixo da taxa neutra”, acrescentou, estimando que esta última esteja na faixa de 1,5% a 2%. Em face de um ambiente mais incerto devido às tensões comerciais globais, “devemos manter uma abordagem cada vez mais previsível e não tomar medidas que criem mais incerteza”, disse ele, sem especificar se o BCE deveria cortar os juros novamente em sua próxima reunião, em junho.
Ibovespa abre dia em queda após atingir máxima ontem
O Ibovespa operava com baixa nesta quarta-feira (21), aos 139,4 mil pontos, após nova máxima ontem. Hoje, a bolsa acompanha o desempenho externo, com investidores globais ainda temerosos com o cenário fiscal dos EUA e com a falta de progresso em acordos comerciais, enquanto na cena nacional falas do diretor de Política Monetária do Banco Central devem ficar no foco. Caem as ações de grandes bancos, varejistas e Vale (VALE3), enquanto Petrobras (PETR4) avança. O dólar comercial cai a R$ 5,66. A confiança dos investidores está frágil desde que a Moody´s rebaixou na semana passada o rating de crédito dos EUA, provocando preocupações com a dívida do país enquanto o presidente Donald Trump pressiona por um projeto de lei de cortes de impostos. Os republicanos na Câmara dos Deputados dos EUA estão tentando superar divisões internas sobre cortes no programa de saúde Medicaid e isenções em Estados costeiros. Na cena nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem uma série de reuniões ao longo do dia com ministros e outras autoridades, incluindo a equipe econômica. No fim do dia, as atenções se voltam para a participação como palestrante do diretor de Política Monetária do BC, Nilson David, em seminário organizado pela FGV, às 18h. Nos EUA, o Dow Jones Futuro opera em baixa de 0,62%, enquanto o S&P 500 cai 0,50% e o Nasdaq Futuro recua 0,55%. (Felipe Alves)
Aéreas abrem sessão com direções opostas: AZUL4 desce 5,56%, a R$ 1,02, o que já é menos do que vale GOLL4, que sobe 1,96%, a R$ 1,04
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,6609 e venda a R$ 5,6615
Varejistas em baixa nesta abertura: AMER3, -1,32%; AZZA3, -1,57%; BHIA3, -0,45%; CEAB3, -0,63%; LREN3, -0,87%; MGLU3, -2,08%; PETZ3, -1,60%
Siderúrgicas começam a quarta-feira com baixas: CSNA3, -0,77%; GGBR4, -0,64%; GOAU4, -0,81%; USIM5, -0,73%
Frigoríficos começam a sessão de forma mista: BEEF3 e JBSS3 recuam 1,34% e 0,60%, enquanto BRFS3 e MRFG3 sobem 0,29% e 1,19%
Petro juniores abrem sessão com altas de 1,06% (PRIO3), 0,57% (RECV3) e 0,86% (BRAV3)
Ibovespa sai dos leilões com baixa de 0,44%, aos 139.496,34 pontos
B3 (B3SA3) inicia sessão com queda de 0,67%, a R$ 14,85
Grandes bancos começam dia com baixas: BBDC4, -0,45%; ITUB4, -0,60%; SANB11, -1,02%
Hapvida (HAPV3) abre mais um pregão com ganhos: hoje, com 0,70%, a R$ 2,88
Eletrobras (ELET3 ELET6) iniciam pregão com quedas de 0,33% e 0,13%, respectivamente
Supermercadistas abrem sessão com baixas: ASAI3, -0,71%; CRFB3, -0,35%; GMAT3, -0,63%; PCAR3, -0,32%
Embraer (EMBR3) inicia dia com menos 0,20%, a R$ 68,64
Petrobras começa sessão com altas de 0,38% (PETR3) e 0,47% (PETR4)
Vale (VALE3) recua 0,45%, a R$ 55,10, nesta abertura
Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,06%, aos 140.028,31 pontos
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com baixa de 0,03%, aos 2.184,12 pontos
Ibovespa futuro recua 0,24%, aos 141.175 pontos
Conselho econômico alemão prevê estagnação da economia em 2025
O Conselho Alemão de Especialistas em Economia reduziu sua previsão para a maior economia da Europa nesta quarta-feira, esperando agora que ela fique estagnada este ano durante uma “fase pronunciada de fraqueza”. O órgão acadêmico que assessora o governo alemão em relação à política econômica havia previsto que a economia cresceria 0,4% este ano em estimativas anteriores publicadas em novembro. A Alemanha foi o único membro das economias avançadas do G7 que não conseguiu crescer nos últimos dois anos, sobrecarregada por restrições fiscais e uma desaceleração industrial. As tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, devem causar um grande golpe em sua economia, que é voltada para a exportação.
Mais de 30 mercados já colocaram restrições a frango do Brasil por gripe aviária
As restrições colocadas podem ser nacionais ou localizadas, apenas para a carne de frango do Estado gaúcho ou do município de Montenegro (RS), foco da gripe aviária.
Minidólar com vencimento em junho (WDOM25) vira para baixa de 0,19%, cotado a 5.665,50
ADRs da Vale avançam 0,20%, a US$ 9,80, no pré-mercado
“A grande dívida dos conselhos no Brasil é racial”, diz Ana Silvia Matte, da Eletrobras
A experiência de mais de três décadas como executiva, levou Ana Silvia a ocupar o assento de conselheira da Eletrobras – eleita no final de abril.
Dólar comercial renova mínima, com -0,22%, a R$ 5,656
Índice EWZ cai 0,50% na pré-abertura dos EUA
Dólar comercial vira para queda de 0,01%, a R$ 5,667
México: vendas no varejo em março sobem 0,5%, acima do 0,1% esperado e do 0,2% de fevereiro
Na comparação com março de 2024, a alta foi de 4,3%, acima dos 2,2% esperados e da queda de 1,1% de fevereiro (na comparação com fevereiro de 2024).
China diz que negociações comerciais com os EUA são importantes mas que é necessário multilateralismo
A China disse nesta quarta-feira que as negociações comerciais com os Estados Unidos foram um passo importante para preencher as lacunas, mas que o multilateralismo é “indispensável” para encontrar uma saída para a turbulência do comércio global. “Embora as negociações bilaterais possam às vezes funcionar, a China acredita que o multilateralismo é a escolha inevitável e definitiva para enfrentar os desafios globais”, disse a China. “Precisamos encontrar uma saída”, acrescentou. A China e dezenas de outros países foram atingidos pelas chamadas tarifas recíprocas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, nos últimos meses, antes da realização de negociações entre os parceiros comerciais em maio para reduzir as crescentes tensões comerciais.
Novas sanções ao combustível russo podem afetar o mercado brasileiro, segundo banco
A imprensa informou que distribuidores de combustível no Brasil estão supostamente buscando novas fontes de fornecimento de diesel após a imposição de sanções pelo Reino Unido a uma empresa comercializadora de energia russa. Conforme observado na notícia, essa empresa atualmente fornece 80% do diesel importado para o Brasil. Para referência, cerca de 25% da demanda doméstica no Brasil é atendida por importações de diesel, sendo o restante proveniente de refinarias locais. Além disso, o diesel russo normalmente é vendido com desconto globalmente. Segundo o Goldman Sachs, “uma fonte de fornecimento mais cara pode se traduzir em um ambiente competitivo mais acirrado, já que uma eventual mudança do diesel russo, mais barato, para o diesel da Costa do Golfo pode tornar os maiores distribuidores menos competitivos. Isso pode levar a margens pressionadas e/ou potencial perda de participação de mercado, adicionando outro obstáculo para as margens no 2T25, além de perdas de estoque e a extensão de um efeito de excesso de oferta do 1T”.
DIs: juros futuros iniciam sessão com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,745 | 0,010 |
| DI1F27 | 14,015 | 0,050 |
| DI1F28 | 13,540 | 0,055 |
| DI1F29 | 13,570 | 0,065 |
| DI1F31 | 13,820 | 0,080 |
| DI1F32 | 13,890 | 0,100 |
| DI1F33 | 13,910 | 0,100 |
| DI1F34 | 13,900 | 0,100 |
| DI1F35 | 13,940 | 0,100 |
Dólar comercial abre em alta de 0,08%, cotado a R$ 5,672 na compra e a R$ 5,673 na venda
Bitcoin Futuro (BITFUT) inicia sessão com avanço de 0,10%, aos 607.800,00
Dólar futuro abre em alta de 0,13%, cotado aos 5.684,00 pontos
Minidólar com vencimento em junho (WDOM25) começa o dia com alta de 0,14%, cotado a 5.684,50
Mini-índice com vencimento em junho (WINM25) abre com queda de 0,17%, aos 141.240 pontos
Ibovespa futuro abre em queda de 0,14%, cotado aos 141.310 pontos
Preços dos combustíveis no Brasil estão abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 316 dias aumento dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 16 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): -1%, ou -R$ 0,05 (ontem: -1% ou -R$ 0,05)
- Gasolina A (média nacional): -2%, ou -R$ 0,05 (ontem: 0% ou +R$ 0,01)
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho
Hugo Motta rejeita nova proposta de anistia e diz que texto não seria aceito por STF
Em reunião de líderes, presidente da Câmara e líderes do centrão pediram que partido de Bolsonaro faça outra versão. Ex-presidente havia dado aval para a redação.
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros para junho está em 98%
| 18/06 | 30/07 | |
| 4,50%-4,25% | 98% | 73,7% |
| 4,25%-4,00% | 2% | 25,8% |
| 4,00%-3,75% | – | 0,5% |
Dólar acumula queda de 10% no ano e análise aponta continuidade do movimento de baixa
Após queda de 10,75% no ano, dólar futuro testa mínimas e sinaliza risco de mais baixas.
Morgan Stanley passa a ver tendência de alta para a maioria dos ativos dos EUA, exceto o dólar
O Morgan Stanley passou a ver tendência de alta para a maioria dos principais ativos dos Estados Unidos, elevando sua posição em relação às ações e aos Treasuries para “overweight”, em meio à redução da incerteza tarifária, ausência de chance de recessão e espaço para novos cortes nas taxas de juros. No entanto, a única exceção foi o dólar, que o Morgan Stanley espera que continue sob pressão devido a “uma convergência dos juros e do crescimento dos EUA em relação a seus pares”, disse em uma nota no final da terça-feira. “Esperamos que os ativos em dólar superem amplamente o desempenho do resto do mundo, com a notável exceção do próprio dólar (…) em um cenário de desaceleração da economia global, mas ainda em expansão”, disse o Morgan Stanley. Embora não espere uma recessão global ou nos EUA, o Morgan Stanley estima que o crescimento real do PIB global cairá para 2,5% até o final deste ano, de 3,5% em 2024.
Azul (AZUL4): S&P corta rating devido ao aumento do risco de inadimplência
Rebaixamento reflete nossa avaliação de que a liquidez muito apertada da Azul aumenta o risco de inadimplência nos próximos meses.
BCE não tem dúvidas de que Fed continuará fornecendo dólares ao exterior
Os supervisores do Banco Central Europeu estão analisando a exposição dos bancos da zona do euro ao dólar, mas não há dúvida de que o Federal Reserve continuará fornecendo liquidez em momentos de estresse, disse o vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, nesta quarta-feira. Os recentes ataques do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Fed têm levantado dúvidas sobre a independência do banco central norte-americano e seu compromisso de longa data de garantir que os bancos estrangeiros não fiquem sem dólares quando os mercados de financiamento secarem. De Guindos disse que o braço de supervisão do BCE está analisando esse risco, mas ele está confiante de que as chamadas linhas de swap entre o Fed e os principais bancos centrais, incluindo o BCE, têm sido benéficas para ambos os lados e continuarão. “Não tenho dúvidas de que o acordo que temos com o Federal Reserve continuará sendo um pilar importante para a estabilidade financeira em todo o mundo”, disse de Guindos em uma coletiva de imprensa ao apresentar o Relatório de Estabilidade Financeira do BCE “Esses acordos, essas linhas de swap, têm sido muito positivos para a estabilidade financeira em ambos os lados do Atlântico.”
AGU investiga uso de criptomoedas em fraudes bilionárias no INSS
Segundo Jorge Messias, organizações criminosas utilizaram criptomoedas para esconder recursos desviados de aposentadorias e pensões.
China e países do Sudeste asiático concluem negociações sobre acordo de livre comércio atualizado
A China e a Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) concluíram as negociações para refinar ainda mais sua área de livre comércio para incluir economia digital e verde e outros novos setores, informou o Ministério do Comércio da China nesta quarta-feira. A Asean, composta por 10 países do Sudeste asiático, é o maior parceiro comercial da China, com o valor do comércio total atingindo US$234 bilhões no primeiro trimestre de 2025, de acordo com dados da alfândega chinesa. A chamada versão 3.0 da área de livre comércio “injetará maior certeza no comércio regional e global e desempenhará um papel de liderança e exemplar para que os países adiram à abertura, inclusão e cooperação em que todos ganham”, disse o comunicado. As negociações começaram em novembro de 2022, e o acordo abrange áreas como economia digital, economia verde e conectividade da cadeia de ofertas, segundo o comunicado. O pacto “promoverá a profunda integração das cadeias de produção e fornecimento de ambos os lados”, acrescentou.
Fávaro vê sinais de que China pode regionalizar restrições a frango
Carlos Fávaro ressaltou, no entanto, que “ainda é muito cedo” para saber se a China irá regionalizar as restrições.
Portos e Aeroportos: Saída da Gol do Chapter 11 sinaliza fortalecimento das aéreas
Gol prevê sair da recuperação judicial em junho após EUA aprovarem plano.
Barris de petróleo e minério de ferro avançam juntos
Os preços do petróleo sobem mais de 1% após relatos de que Israel está preparando um ataque às instalações nucleares iranianas, aumentando os temores de que um conflito poderia afetar a disponibilidade de fornecimento na importante região produtora do Oriente Médio. As cotações do minério de ferro na China fecharam no azul, com dólar fraco e demanda resiliente da China.
- Petróleo WTI, +0,87%, a US$ 62,57 o barril
- Petróleo Brent, +0,83%, a US$ 65,92 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,76%, a 728,50 iuanes (US$ 100,90)
Europa: bolsas recuam juntas após novos dados
Os mercados europeus operam em queda, à medida que investidores digerem dados econômicos da região. A inflação no Reino Unido subiu 3,5% em abril, superando as expectativas do mercado, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo Escritório de Estatísticas Nacionais. Economistas consultados pela Reuters previam uma alta de 3,3% no índice de preços ao consumidor (CPI) nos 12 meses até abril.
- STOXX 600: -0,53%
- DAX (Alemanha): -0,43%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,07%
- CAC 40 (França): -0,71%
- FTSE MIB (Itália): -0,28%
Ásia: mercados fecham dia com maioria em alta
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão majoritariamente em alta, apesar da queda de 0,23% do índice japonês Nikkei 225. O recuo veio após o Japão registrar desaceleração nas exportações pelo segundo mês consecutivo, em meio ao impacto das tarifas abrangentes impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O mercado de IPOs de Hong Kong tem visto uma forte retomada em 2025, com o total de receitas no acumulado do ano atingindo US$9 bilhões, um aumento de 320% em relação ao ano anterior, de acordo com o UBS.
- Shanghai SE (China), +0,21%
- Nikkei (Japão): -0,61%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,62%
- Kospi (Coreia do Sul): +0,91%
- ASX 200 (Austrália): +0,52%
EUA: índices futuros recuam com temores sobre cena fiscal
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta quarta-feira (21), enquanto os rendimentos dos Treasuries avançam. Investidores acompanham de perto as turbulentas negociações em torno do orçamento norte-americano, com o foco voltado para o crescimento dos gastos deficitários. Os resultados de grandes varejistas também serão acompanhados de perto, em busca de sinais sobre estratégias de precificação e os primeiros efeitos das tarifas sobre o consumidor. TJX, Lowe’s e Target devem divulgar seus balanços antes da abertura dos mercados. Na semana passada, o Walmart alertou que os novos impostos o levariam a elevar os preços, o que provocou críticas do presidente Donald Trump. Já a Home Depot adotou uma estratégia diferente: afirmou na terça-feira que pretende manter os preços estáveis, apostando em ganhar participação de mercado sobre os concorrentes.
- Dow Jones Futuro: -0,95%
- S&P 500 Futuro: -0,71%
- Nasdaq Futuro: -0,73%
Abertura de mercados
Investidores globais seguem temerosos com o cenário fiscal dos Estados Unidos e com a falta de progresso em acordos comerciais, enquanto na cena nacional falas do diretor de Política Monetária do Banco Central devem ficar no foco.A confiança dos investidores está frágil desde que a Moody´s rebaixou na semana passada o rating de crédito dos EUA, provocando preocupações com a dívida do país enquanto o presidente Donald Trump pressiona por um projeto de lei de cortes de impostos. Os republicanos na Câmara dos Deputados dos EUA estão tentando superar divisões internas sobre cortes no programa de saúde Medicaid e isenções em Estados costeiros. Na cena nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem uma série de reuniões ao longo do dia com ministros e outras autoridades, incluindo a equipe econômica. No fim do dia, as atenções se voltam para a participação como palestrante do diretor de Política Monetária do BC, Nilson David, em seminário organizado pela FGV, às 18h.
Principais índices em Nova York terminaram ontem com perdas
Investidores em Wall Street viram o S&P 500 encerrar uma sequência de seis vitórias seguidas, de olho nas evoluções dos acordos comerciais. “Eu diria que a maior consideração é o fato de que tivemos o tombo relacionado à introdução de tarifas, a recuperação furiosa associada à redução dessas implementações de tarifas, e agora estamos aguardando esclarecimentos, pois muitas dessas negociações estão em andamento”, disse à CNBC Bill Northey, diretor de investimentos do U.S. Bank Wealth Management.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,27 | 42.677,18 |
| S&P 500 | -0,39 | 5.940,46 |
| Nasdaq | -0,38 | 19.142,71 |
DIs: juros futuros fecharam sessão de ontem com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,735 | 0,015 |
| DI1F27 | 13,965 | 0,050 |
| DI1F28 | 13,485 | 0,040 |
| DI1F29 | 13,505 | 0,040 |
| DI1F31 | 13,740 | 0,050 |
| DI1F32 | 13,790 | 0,040 |
| DI1F33 | 13,810 | 0,050 |
| DI1F34 | 13,800 | 0,050 |
| DI1F35 | 13,840 | 0,080 |
Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,26%
O dólar subiu diante do real e encerra uma pequena sequência de duas baixas seguidas. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,36%, aos 100,06 pontos.
- Venda: R$ 5,669
- Compra: R$ 5,669
- Mínima: R$ 5,642
- Máxima: R$ 5,683
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| COGN3 | -7,79 | 2,84 |
| YDUQ3 | -5,07 | 14,97 |
| NTCO3 | -3,17 | 10,39 |
| PCAR3 | -3,13 | 3,10 |
| ASAI3 | -3,05 | 9,86 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| JBSS3 | 4,79 | 42,01 |
| MRFG3 | 4,31 | 24,47 |
| VAMO3 | 4,21 | 4,70 |
| BRFS3 | 2,44 | 21,00 |
| RAIL3 | 2,42 | 18,61 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| HAPV3 | 51.017 | 1,42 |
| BBAS3 | 50.475 | 1,84 |
| JBSS3 | 48.436 | 4,79 |
| PETR4 | 44.759 | 0,41 |
| B3SA3 | 40.519 | 0,88 |
Ibovespa fechou ontem com alta de 0,34%, aos 140.109,63 pontos, maior patamar de fechamento da história e pela primeira vez acima dos 140 mil
- Máxima: 140.243,86 (máxima histórica)
- Mínima: 138.965,50
- Diferença para a abertura: +473,22 pontos
- Volume: R$ 21,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (19): +0,32%
- Terça-feira (20): +0,34%
- Semana: +0,66%
- Maio: +3,73%
- 2T25: +7,56%
- 2025: +16,48%
Receba as principais notícias de economia, investimentos e negócios no seu celular! Inscreva-se no canal do InfoMoney no WhatsApp agora.
Acompanhe diariamente a cobertura sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas.
Sugestões, dúvidas e críticas entre em contato com lara.rizerio@infomoney.com.br.
IM Trader: notícias, análises, vídeos, podcasts e guias no novo canal do InfoMoney sobre Mercados.
The post Ibovespa Ao Vivo: Bolsa cai com exterior e em dia de correção appeared first on InfoMoney.
